sábado, 1 de janeiro de 2011

MINHAS PRIMAS.




Sou um cara esperto!


Eu sou o melhor!


Sou representante de uma empresa de vendas da capital paulista.


A empresa vende de tudo,desde kit costura ate móveis para a sua casa!


Fomos os primeiros a vender máquinas de costura e lavadoras de roupas!


E agora com a febre da copa do mundo desse ano,estamos estourando em vender camisetas do Pelé e réplicas da cópa!


Realmente,1970 entrou prometendo!


Aproveitamos o gancho da conquista da lua pelos americanos no ano passado,onde vendemos milhares de miniaturas de foguetes!


Sou esperto!


O que eu quero é me dar bem!


Sou o melhor vendedor da minha equipe!Levo todo mundo na lábia!


Se o cliente não conseguir pagar depois,a firma vai la e toma o produto de volta!


Dane-se!Já ganhei o meu mesmo!


Meu gerente diz que é bom fazermos isso,pois a firma ganha vendendo a mesma mercadoria duas vezes!


Sou esperto!


E por ser tão esperto é que a firma me mandou para a região de Matão no interior de São Paulo para alavancar as vendas!


Batendo a meta estipulada pela firma eu seria promovido a gerente de vendas e teria a minha própria equipe!


Ai sim eu iria ganhar dinheiro!


Ia ser moleza!Sou esperto!Sou o melhor!


A firma me deu dinheiro para custear hotel e transporte pela região.


O que eu fiz?Escrevi para a minha tia Cândida que mora na região.


Ela tem um sítio perto de Dobrada.


Pedi guarida á ela enquanto estivesse trabalhando por lá,e pedi o carro emprestado também!


A minha tia me adora!Além de eu ser filho único de sua única irmã,ela me acha parecido com "Tony Curtis",ator que ela idolatra!


Mas o melhor da historia não é isso!O melhor da historia é que vou passar todo esse tempo junto de minhas três primas!


Ah!Minhas primas!


Maria Clara,Silvia e Bernadete.


Maria Clara era a mais nova,hoje deveria estar com 17 ou 18 anos.


Silvia era a do meio,teria uns 22 ou 23.


Bernadete era a mais velha,tinha 25.


Fazia um bom tempo que não as via,mas acreditem,estou me referindo a três beldades!


Uni o útil ao agradável!Fico de graça na casa de minha tia,uso o carro delas(titia é viúva e nenhuma delas sabe dirigir,elas se valem de carona ou do ônibus que passa pela estrada duas vezes ao dia para ir a cidade),terei o prazer de ficar perto de minhas três primas gostosas e ainda embolso o dinheiro da firma!


Eu sou esperto!


Minha tia ligou dando resposta positiva ao meu pedido.Fiz minhas malas e rumei para Matão.


A firma havia me dado 30 dias para cumprir minha meta de vendas!Eu teria que correr!


O motorista do velho ônibus me deixou bem em frente a entrada do sítio de titia.


Estrada de terra,poeira.


Mas a prefeitura local estava fazendo melhorias na vicinal que futuramente seria asfaltada.


Passei pelo mourão e andei uns 200 metros ate chegar na casa do sítio.


Perto da casa coloquei as malas no chão para ter as mãos livres e bater palmas.


- "Ô de casa"!?- gritei enquanto batia palmas -


Surgiu minha minha tia,cabelo preso em rabo de cavalo,vestido de chita cinza que passava dos joelhos,chinelo de dedo.


- Rodolfo,meu filho!- disse ela sorridente vindo em minha direção com um abraço aberto -


Fomos entrando enquanto ela perguntava por minha mãe.


Na sala já podia sentir o cheirinho de comida vindo da cozinha.


-"Déte,Silvia,Clara",o Rodolfo chegou!- gritou ela chamando minhas primas -


Elas deveriam estar ali por perto.


Puxei uma cadeira e me sentei,enquanto falava ainda sobre minha mãe.


- Quer um café,uma água?"Cê" deve estar morrendo de fome,né filho?- disse minha tia -


- Estou com fome sim tia,mas uma água agora cairia bem!


- Eu vou te buscar uma água,fica a vontade que as meninas já vem!


Titia disse isso e saiu em direção á cozinha.


Tirei o lenço do bolso do paletó para limpar do rosto um pouco o suor misturado com pó.


Elas entraram na sala quase que ao mesmo tempo.


Silvia entrou primeiro,seguida de Maria Clara e por fim,Bernadete.


Três mulheres lindas!


Cabelos castanhos que variavam do castanho claro(Maria Clara),ate o castanho escuro (Bernadete).


Seios perfeitos,cintura fina,rosto angelical.


A alva pele delas deveria ter a textura de uma seda.


Lábios pequenos e insinuantes,olhos castanhos,negros e penetrantes como a noite!


Fiquei imaginando como deveria ser o resto do corpo delas e para minha felicidade tive essa chance quando Bernadete ficou em frente a claridade que entrava pela porta e eu pude ver os contornos de suas coxas sob a chita florida!


Elas me cumprimentaram com um aperto de mão e um rápido beijinho no rosto.


Pergutaram sobre a viagem,perguntaram sobre mamãe e só.


Ficamos ali em silêncio,as três de pé em um canto da sala e eu tentando arrumar assunto.


Situação ridícula.


Nisso,titia volta trazendo meu copo dágua.


Comecei a descontrair ajudando a arrumar a mesa para o almoço.


Eu inventava perguntas para puxar conversa,onde elas me respondiam o necessário sem me olhar nos olhos.


Bando de caipiras,isso sim!


Gente atrasada do interior!


Eu não conseguia me controlar!Fazia algumas horas que estava ali e já morria de tesão pelas três!


Insisti em minhas investidas ate descobrir que nenhuma delas tinha namorado.


Como poderia ser aquilo?Três beldades ali,a disposição e nenhum homem as havia tocado ainda?


Três virgens??


Naquele momento eu tomei a decisão:eu teria as três para mim!


Se não consegui-se as três,pelo menos uma,mas que eu iria conseguir,ah,isso eu iria!


Eu sou esperto!Eu sou o melhor!


Trabalhei duro a primeira semana!Saia de madrugada,rodava as cidades vizinhas,voltava ao anoitecer.


Eu sou esperto,eu sou o melhor!No final da primeira semana já havia alcançado metade da minha meta!


O que me ajudou muito foram as vitrólas portáteis,eletrodoméstico que estava virando febre na capital!


Vendi dezenas delas!


Todas as noites eram iguais.Sentava-mos na mesa para jantar,minhas primas comiam caladas e só abriam a boca para responder a alguma pergunta minha.


Bando de caipiras!Eu iria ensinar á elas!


Coloquei meu plano em prática no sábado seguinte.


Sol,céu azul,pássaros cantando,cheiro de eucalipto.


Silvia estava no quintal estendendo roupas no varal.


Eu me aproximei dela.


Ela pegava peças de roupa em um cesto de vime as sacudia no ar e em seguida dependurava no varal.


- Hoje esta bom para secar roupas.- comecei-,um calor desses.


- Sim - respondeu ela sem olhar para mim -


- Vocês costumam sair no final de semana?


- Não!


- Não vão a um baile,festa?


- Não!


Ela não olhava para mim.


- Silvia - comecei,me aproximando mais dela -,você nunca teve um namorado?


- Não!


- Nunca...teve ninguém que lhe desse carinho...que a toca-se?


Eu disse isso e levei minha mão ate a cintura dela,tocando-a delicadamente.


Em um gesto súbito e inesperado ela jogou a peça de roupa no chão e rosnou entre os dentes me olhando com ódio;


- Não me toque!Nunca!Entendeu??


- Calma!- disse eu-,desculpe,não foi minha intenção.


Silvia colocou a ultima peça no varal,pegou o cesto de vime e saiu em direção a casa.


Bem,se com Silvia que era a irmã do meio foi assim,resolvi arriscar então com a mais velha.


Sim!Quem sabe Bernadete não estaria mais propensa a ceder ao meu assédio?


Foi a tarde.Ela estava em um cômodo da casa passando roupa.


Comecei com a mesma conversa que havia jogado em Silvia.


- Não Rodolfo,eu não saio de casa.


- Mas,não há bailes por aqui...festas...sei la?


- Mesmo que houvessem Rodolfo,eu não iria.


Estava mais fácil!Pelo menos Bernadete respondia melhor ás perguntas.


Era a hora do ataque!


E você...não se sente sózinha Bernadete?Não sente falta de carinho,de atenção?


Disse isso e me aproximei dela por traz.


Mais uma vez eu levei minha mão ate a cintura dela,apoiando a outra na mesa de passar.


- Não Rodolfo...nunca senti falta disso.- respondeu ela enquanto passava o ferro na peça de roupa -


Vitória!!Ela não me repudiou!


Segurei na cintura dela e me aproximei,quase falando em seu ouvido;


- E se de repente eu...quise-se lhe dar um pouco de carinho...um pouco de atenção?


Fiquei excitado,senti o cheiro do cabelo dela,o cheiro do perfume dela.


- Obrigada Rodolfo...mas ,não!Agora,por favor,solte minha cintura,sim?


- Ah "Déte"...poderíamos viver algo especial aqui - disse aproximando minha boca da orelha dela -


Nisso,senti uma dor lacerante e ardida sobre minha mão.


Bernadete havia colocado o ferro de passar sobre ela e o apertava com força!


Soltei um grito de dor e puxei minha mão,sacudindo-a no ar.


- Ficou louca???- berrei -


- Nunca mais - começou Bernadete em um tom calmo e me olhando nos olhos -,nunca mais toque em mim!Nunca!


Eu temi que elas contassem para minha tia,mas para a minha surpresa,nenhuma delas disse uma palavra sequer!


Estranho...


Domingo era dia da missa.


Entravamos todos no Chevrolet Chevelle Malibu 65 que fora do meu tio e íamos para a cidade.


Bando de caipiras!Bando de carólas!Véu branco na cabeça,terço na mão!


Mas eu não ia perder aquela parada!Ah,mas não ia mesmo!


Isso agora era questão de honra!Afinal de contas eu era esperto,eu era o melhor!


Fechei minha segunda semana com chave de ouro!Bati minha meta!


Um recorde!A promoção estava garantida!O que vie-se á partir de agora seria lucro!!


Isso levantou o meu moral para arquitectar uma forma de ataque sobre minhas primas!


Eu tinha que pensar!Tinha que achar uma forma de dobrá-las,de convencê-las,de conquistá-las!


Isso começou a me corroer!


E foi justamente isso que me fez perder o sono em uma noite quente,me obrigando a ir para o quintal fumar.


Minha tia não tolerava cheiro de cigarro dentro de casa!


Fora de casa estava ate gostoso.Uma leve brisa trazia o perfume dos eucaliptos plantados na entrada do sítio,céu limpo repleto de estrelas.


Grilos cantando ali por perto,todas na casa dormindo.


Fiquei tentando definir as imagens em meio a escuridão da noite,quando algo chamou-me a atenção!


Das frestas da janela do quarto de minhas primas saia uma débil claridade.


Não era a claridade de uma lâmpada!Era uma claridade amarelada como a produzida pelas chamas das velas.


Eu me aproximei com cuidado e procurei na persiana uma fresta onde consegui-se espiar.


Para a minha sorte a ação do sol e da chuva haviam apodrecido uma ripa da perciana e eu consegui abaixa-la,abrindo uma fresta.


Comecei a correr os olhos.Realmente haviam algumas velas acesas no quarto.


Vi um guarda-roupas,vi uma cama de solteiro,uma penteadeira...


Continuei a vasculhar o ambiente ate que vi Silvia!


Nua!Completamente nua!!


Me afastei por um instante assustado e surpreso com a visão e voltei a olhar a fresta.


Mais um pouco e vi Maria Clara,nua!


Fiquei boquiaberto quase deixando o cigarro cair.


Realmente,minhas primas eram mulheres lindas!!


Que corpo!Que gostosura!!Que tesão!!


Faltava Bernadete.Corri o olho mais para o lado para ver se a achava e a achei!


Eu não podia acreditar no que o meus olhos viam!!


Bernadete também estava nua,mas estava sentada em uma cadeira,com as mãos amarradas para traz.


Ela tinha uma corda que envolvia seus braços passando sobre os seios,e tinha cada uma das pernas amarrada a uma perna da cadeira,ficando assim com as coxas afastadas.


Um dos lenços de cabeça que eu cansei de vê-la usar servia de mordaça,aliás,bem apertada!


Quase soltei um "Mas que porra é essa??",mas consegui me conter!


Que diabo era aquilo?O que elas estavam fazendo?Brincando de bandido e mocinha??


As duas se paroximaram de Bernadete.Maria Clara se ajuelhou diante dela e meteu a cabeça entre suas pernas,começando a sugar vigorosamente sua vagina.


Já Silvia,ficou em pé ao lado dela e enquanto sugava um seio,massageava o outro com uma das mãos.


Bernadete se contorcia na cadeira,sacudia a cabeça de uma lado para o outro!


Eu quase podia ouvi-la gemer de prazer!


Passado algum tempo elas soltaram Bernadete da cadeira.


Maria Clara se deitou em uma cama de casal que estava mais para a direita do quarto.


As outras duas a amarraram sobre a cama com pernas e braços abertos,usando o mesmo lenço como mordaça.


Silvia colocou-se de quatro entre as pernas de Maria Clara,levou a cabeça entre elas e começou a sugá-la enquanto acariciava suas coxas.


Já Bernadete,sentou-se sobre o corpo de Maria Clara e foi andando de joelhos ate a sua vagina ficar sobre o rosto dela.


Eu percebi que Maria Clara contorcia o corpo por se sentir sufocada,mas Bernadete mantinha sua vagina enfiada na cara dela enquanto massageava seus próprios seios!


Não resisti!Abaixei a calça do pijama e comecei a me masturbar!


Que loucura!!Que delírio!!Que tesão!!


Mais um pouco e soltaram Maria Clara.


Dai foi a vez de Silvia!Amarraram os pés dela juntos ao pé da cama.

Depois amarraram as mãos dela para frente,apoiadas no encosto da cadeira.

Amordaçaram Silvia e afastaram a cadeira da cama,obrigando-a a ficar com o corpo esticado e ela apoiada no encosto da cadeira!

Deu para perceber o quanto ingrata era aquela posição,pois as pernas de Silvia tremiam devido ao esforço que ela fazia para manter o equilíbrio!


Maria Clara ficou sob o corpo de Silvia,segurou seus seios com as mãos e começou a sugá-los de forma alternada.


Bernadete pegou um chicotinho trançado de couro crú(eu já havia visto aquele chicotinho dependurado na cerca de arame,achava que elas usa-sem para espantar algum bicho que entra-se no sítio!),e começou a desferir golpes contínuos nas nádegas de Silvia!


Silvia gemia,fazia "não" com acabeça,rebolava.


Eu estava ficando louco do lado de fora do quarto!Não aguentava mais me masturbar!


Bernadete surrou Silvia ate suas nádegas ficarem rubras de marcas!


Eu sabia como aquilo iria ficar dali algumas horas!Um roxo só!!


Havia levado muitas surras de cinto do meu pai quando moleque,eu sabia como era a coisa!!


Elas soltaram Silvia,tiraram a mordaça,e se abraçaram,trocando carícias e beijos.


Eu estava paralisado!Atônito!


Voltei a mim e fui para o meu quarto.


Não dormi o resto da noite,lembrando das cenas que havia presenciado!


Quem diria!!Minhas três primas caipiras,carólas,eram três devassas!!


Passei o restante da terceira semana fazendo vizitas noturnas a janela delas.


O ritual não mudava muito.


Sempre era a vez de uma ficar amarrada a disposição das outras,sendo sugada nos seios e na vagina.


Certa noite Silvia estava amarrada sobre a cama com as mãos e os pés presos na cabiceira da cama,e enquanto Bernadete e Maria Clara sugavam seus seios,Bernadete introduzia uma grande e grossa cenoura no seu ânus!


Eu ainda teria chance de ver aquela cenoura atuando mais algumas vezes entre elas...


Eu sempre esperava a casa ficar em total silêncio para sair e ir ao quintal "fumar".


Numa dessas noites,quando olhava pela fresta da porta do meu quarto,vi as três sairem do quarto delas e entrarem no banheiro.


A "festinha" seria ali aquela noite?


Esperei um pouco,sai do meu quarto,passei pela porta do quarto de titia,pude ouvir seus roncos.


Fui ate a porta do banheiro e me abaixei para olhar pelo buraco da fechadura.


Não havia chave ali,usava-se uma pequena tramela de madeira para manter a porta fechada.


Mais uma vez estavam as três nuas.


Maria Clara estava sentada em um banquinho de três pés.


Amarraram suas pernas com os pés presos na perna trazeira do banquinho,assim ela ficava com as coxas meio afastadas.


Suas mãos estavam amarradas para frente e suspensas no gancho de porcelana da parede que se usava para dependurar a toalha.


Dessa vez ela mordia a mordaça.


Silvia e Bernadete começaram a sugar os seios de Maria Clara com força,puxando-os e esticando-os,ao mesmo tempo que Silvia enfiava a cenoura no ânus de Maria Clara e Bernadete a masturbava!


No final como sempre,houve uma sessão de surra de chicote em Bernadete,que foi a ultima a ser amarrada.


Surra,chicote,marcas!Eu havia encontrado o meu passaporte para participar da proxima festinha...


Eu era esperto!Eu era o melhor!


A chance de por o meu plano em prática chegou rapido!


Tia Cândida iria participar de uma vigília,teria que passar a noite fora!


Zeloza comigo,mandou as meninas ficarem para providenciar o meu jantar.


Ademais,ou iriam todas com ela,ou não iria nenhuma!


Na noite que antecedia a vigília,esperei titia dormir e fui ate o quarto das meninas.


Elas ficaram surpresas quando bati na porta.


- Rodolfo?- perguntou Bernadete surpresa -,o que quer aqui?


- Preciso falar com vocês,serei breve,posso entrar?


Bernadete acabou de abrir a porta dando-me passagem para dentro do quarto.


- O que quer?- perguntou ela - aconteceu algo?


Bernadete estava em pé proxima a porta,Silvia estava sentada defronte a penteadeira escovando os cabelos e Maria Clara encontrava-se proxima ao guarda roupas.


- Como eu disse - comecei -,serei breve e direto!


- Eu sei tudo o que vocês fazem durante a noite aqui nesse quarto!


As três se entreolharam.


- Do que você esta falando?- perguntou Bernadete -


- Estou falando - continuei,indo em direção a Maria Clara -,de surras de chicote,amarras,mordaças e de uma cenoura muito,muito indiscreta...


- Não sabemos do que esta falando!- disse Silvia -


- Ah não??Pois imaginem se eu chegar em minha tia e contar que suas três adoraveis e religiosas filhas não passam de um bando de devassas,pecadoras da pior espécie!


- Loucura,mentira sua!- protestou Bernadete -,ela nunca acreditaria em você!


-Ah não?Pois eu tenho certeza Bernadete,de que a sua bunda esta repleta de manchas roxas da surra que você tomou ontem,bem aqui,deitada nesse local onde eu estou pisando agora!


- É só mandar a minha tia olhar,aliás,todas vocês estão com marcas roxas nas bundas e pernas!


- Não se atreveria!- disse Bernadete com o seu jeito calmo -


- Quer pagar para ver?- eu disse isso ao mesmo tempo em que levei a mão ate a vagina de Maria Clara,segurando com força entre suas pernas.


- Déte,ele esta me tocando!!- disse Maria Clara começando a chorar -


- Tire a mão dela seu porco filho da puta!!- vociferou Silvia,levando da banqueta e vindo em minha direção -


- Ah,ah!!Nem mais um passo!- abracei Maria Clara por traz,passando o outro braço sobre seus seios -


- Solte ela seu filho da puta,sujo!- insistiu Silvia -


- Déte,me ajude!!- chorava Maria Clara -


Bernadete mantinha-se perto da porta,olhar serio.


- O que você quer fazer? - perguntou ela finalmente -


Comecei a massagear a vagina de Maria Clara.


- Amanhã a mãe de vocês ira para a vigília...teremos a noite toda para nós...eu quero fazer parte da festinha de amanhã!


- Déte!!- chorava Maria Clara -


Comecei a me esfregar em Maria Clara e a beijar seu pescoço.


- Seu nojento filho da puta!- repetiu Silvia-


- Muito bem - começou Bernadete -,faremos o que quer!


- Como assim faremos o que ele quer?- vociferou Silvia para Bernadete-


- Mamãe esta com o coração fraco,perdemos papai a pouco tempo,ela não suportaria algo assim!- argumentou Bernadete -


Silvia olhou para mim de uma forma que se pode-se arrancaria a minha cabeça!


- Déte,me ajude,po favor!- chorava Maria Clara -


- Faremos o que você quiser!- disse Bernadete -


- Ótimo!Vamos fazer assim;vocês duas amarram Bernadete,depois você amarra Silvia,por último eu amarro você!


Disse isso ao mesmo tempo em que dei uma lambida no rosto de Maria Clara.


Ela chorava de soluçar,seu corpo tremia contra o meu!


- Vai ser uma festa e tanto e vocês nem vão precisar daquela cenoura nojenta!Eu quero sentir o gosto de cada uma de vocês!


- Esta bem,- disse Bernadete -,esta combinado,sera como você quer,agora,solte Maria Clara!


Eu sorri,e antes de soltar Maria Clara,apertei com força sua vagina e o seu seio!


- Não!- protestou ela chorando -


Soltei Maria Clara,ela correu ate SIlvia que a abraçou me olhando com ódio.


Levei a mão que estava entre as pernas de Maria Clara ate o nariz e a cheirei como quem delicía um buquê.


- Uhmmm!!Que aroma maravilhoso priminha!Não vejo a hora de sugar você amanhã!


- Já fez o que queria!Agora va embora!- disse Bernadete -


Passei por Maria Clara e Silvia,ela chorava copiosamente abraçada a irmã.


- Ate amanhã priminhas. - disse com escárnio -


Sai do quarto e Bernadete bateu a porta as minhas costas.


Vitória!Havia conseguido!


Eu teria as três!Três virgens!


Bem,depende de onde elas teriam enfiado aquela maldita cenoura...


Mas o que importa??Elas seriam minhas!!!


Eu sou esperto!Eu sou o melhor!


Quase não dormi naquela noite.


Procurei chegar mais cedo da rua no outro dia.


Cheguei a tempo de ver minha tia indo de carona com o vizinho.


Tomei o meu banho,jantei.


Por volta de oito da noite fui ate o quarto delas.


Bernadete abrio a porta e eu entrei.


Elas estavam paradas em pé,no meio do quarto.


- Muito bem!- comecei -Vamos la,tirem as roupas!


- Não!- disse Bernadete - Não é assim que se fazemos!


- Ah não?- perguntei -E como é?


- Temos um ritual!- respondeu Bernadete -Sempre tomamos vinho antes de nos tocar!


- Que seja!- respondi -Traga o bendito vinho e vamos acabar logo com isso!


Maria Clara se aproximou trazendo uma bandeija com quatro taças de cristal vermelho.


Bernadete me entregou uma garrafa de vinho e um saca rolhas.


- Abra e sirva!- disse ela -


Abri a garrafa de vinho e o servi nas taças enquanto Maria Clara segurava a bandeija.


Em seguida ela serviu a Silvia e Bernadete,sobrando duas taças sobre a bandeija,uma para mim,outra para ela.


- Esta sera a nossa noite!- disse Bernadete erguendo sua taça,acompanhada por nós -


- Errado prima!- interrompi -,essa sera a "minha" noite!


Sem dizer nada elas levaram as taças á boca e solveram todo o conteúdo.


Eu fiz o mesmo,bebendo todo o vinho em um só gole.


Muito bem!- disse,colocando minha taça sobre a penteadeira -tirem as roupas!


- Você vai tirar nossas roupas!- disse Bernadete -


- Uauuuuu!!Não seja por isso!


- Comece tirando a minha! - disse ela -


- Não "Déte",eu vou tirar primeiro a roupa de Maria Clara!


Fui em direção a Maria Clara.


Ela me olhava fixo nos olhos.


Levei a mão ate os botões do vestido dela.Começava a desabotoa-los quando comecei a sentir a náuzea.


Junto com a náuzea veio uma tontura,acompanhada de uma moleza nos joelhos.


Arrotei,minha visão foi ficando turva,pendi o corpo sobre os joelhos,desmaiei!


Uma serie de sonhos sem sentido me assombraram ,ate que voltei a si.


Abri os olhos,a visão foi voltando aos poucos.


Estava deitado no chão,podia ver os pés e parte das pernas das minhas primas ali,bem proximas de mim.


Tentei falar,não consegui.


Senti minha boca cheia de alguma coisa e percebi que estava amordaçado.


Tentei me mover,me levantar!


Estava muito bem amarrado!


As três se aproximaram de mim e se abaixaram ao meu lado.


Elas ficaram olhando para mim enquanto eu gemia e me contorcia protestando.


- Pode lutar o quanto quiser,não vai conseguir se soltar!- disse Bernadete -


- Nós nos amamos,nós pertencemos umas as outras,você acha mesmo que nós iriamos deixar um homem nojento como você nos tocar?


- Nenhum homem nunca nos tocou e nunca ira nos tocar!- disse Silvia -


Maria Clara mateve-se calada,apenas olhando para mim.


- Acho que você quer saber como fizemos para derrubá-lo.- disse Bernadete -


- A droga estava nas duas ultimas taças!Qualquer uma que você pega-se o derrubaria!


- E Maria Clara fingiu ter bebido,seu idiota!- completou Silvia -


Eu gemia,tentava me soltar.


- Eu disse antes do brinde que essa noite seria nossa,priminho...- disse Bernadete -


- Vai Silvia- disse ela -,traga o carrinho!


Silvia saiu do quarto e voltou trazendo uma carriola de pedreiro.


As três se uniram para levantar meu corpo do chão e me colocar no carrinho.


Silvia pegou em um apoio e Bernadete em outro.


Precisava da força das duas para me locomover no carrinho.


Era madrugada,soprava uma brisa que trazia o perfume dos eucalíptos.


Enquanto eu gemia elas me levaram para fora do sítio,para a vicinal em obras.


Que brincadeira mais sem graça!


Queriam me pregar um susto?Iriam me deixar amarrado no meio do mato?


Quando eu me solta-se eu daria uma surra nelas e contaria tudo para minha tia!


Dane-se se ela morre-se!Aquelas caipiras!


Chegamos a um ponto da estrada onde havia um grande buraco.Ao lado dele,um monte de concreto fresco.


Eu podia sentir o cheiro do cimento molhado.


Eu gemia e me contorcia freneticamente,mas as amarras estavam realmente apertadas!


- Trouxemos suas malas!- disse Silvia,jogando minhas malas dentro do buraco -


- Vamos deixar o carro de papai em um canto afastado da estrada- disse Bernadete-,você pensava mesmo que nós não sabiamos dirigir?


- Vão achar que foi um assalto ou coisa parecida!- disse Silvia aproximando o rosto dela bem proximo ao meu -


- Vamos!- ordenou Bernadete -


As três seguraram na borda do carrinho e o viraram em direção ao buraco,fazendo com que eu despenca-se dentro dele.


Cai de lado dentro do buraco,bati o pescoço em uma pedra no fundo.


Uma dor horrivel tomou conta do meu corpo.


Aquela brincadeira estava passando dos limites!!


- Ah!- disse Silvia -Você disse que queria sentir o nosso gosto?Pois cada uma de nós colocou uma calcinha usada dentro da sua boca priminho,você poderá sentir o nosso gosto o tempo que quiser agora!


Elas começaram a rir baixinho.


- Vamos meninas!- disse Bernadete dando uma pá para cada uma -


Elas começaram a encher as pás com concreto e a jogá-las sobre mim!


Eu não acredito!Elas iam me concretar vivo!!


Gemi,hurrei,comecei a chorar!


Eu sentia o peso do concreto sobre o meu corpo!A umidade da massa tomando conta da minha roupa!


Em certo momento ouvi a voz de Maria Clara que me chamava:


- Hei,priminho!


Quando olhei para ela,vi que sua pá estava cheia de concreto.


- Isso é por ter tocado em mim!


Ela disse isso e jogou todo o concreto de sua pá em meu rosto!


O concreto acertou meu rosto em cheio,entrou nos meus olhos causando dor e queimação.


Tentei respirar!Aspirei concreto para dentro de minhas narinaz!


Senti mais e mais pasadas de concreto sobre meu corpo e minha cabeça.


Mantive o fôlego o quanto pude!Um ardor tomou conta de meus pulmões e aos poucos fui perdendo os sentidos!


O barulho das pás agora não passava de um ruido longincuo!


Como pode?Eu ,o mais esperto,o melhor,ser passado para traz por minhas três primas caipiras??
















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domingo, 19 de dezembro de 2010

Comment vienne la bondage !


Começava o ano de 2005 .

Ano novo,vida nova,mais um ano de faculdade.

Aos vinte e dois anos eu entrava no segundo ano de comunicação.

Alguém já havia me dito que depois dos 18 anos o tempo voava!

Mal havia percebido e o mês de Janeiro já estava acabando.

Rodrigo,meu namorado,fez a proposta de passarmos o Carnaval no sítio dos pais dele.

Achei legal a ideia.Queria mesmo um momento mais a vontade com ele.

Eu sentia que o relacionamento estava esfriando,apesar de estarmos namorando a apenas um ano.

Eu gostava de verdade do Rodrigo.

O carnaval seria nos dias 7 e 8 de fevereiro,por isso resolvemos viajar na sexta,dia 4,para aproveitar ao máximo.

As aulas na faculdade iriam começar mesmo após o carnaval.Mas como era meu pai quem pagava,eu fazia questão de ir todos os dias,mesmo que fosse para ficar batendo papo com o pessoal.

Eu tinha poucas amigas na facú.

Amigos,menos ainda.

Eu procurava ficar mais próxima ao pessoal que com quem eu me identificava melhor.

Algumas pessoas as quais eu evitava eram a Dina,uma garota roqueira que fazia jornalismo.

Ela vivia usando preto,unhas pretas,correntes penduradas na cintura e sempre fazendo cara de poucos amigos.

Aliás,seus "poucos amigos" se resumiam em Ancelmo e Adilson,dois caras da periferia .

Ancelmo era negro e usava um rastafari que me dava nojo!

Adilson parecia um trombadão,sempre usando aquela jaqueta com capuz,estivesse o tempo que fosse.

Eu não sabia direito,mas parece que Ancelmo também fazia jornalismo e Adilson administração,uma coisa assim.

O que importa é que eu não me sentia bem perto de nenhum deles.

Combinei com Rodrigo de nos encontrar-mos perto da ponte da Casa verde.

Me surpreendi quando ele chegou a pé carregando uma mochila.

- Onde esta seu carro?- perguntei -

- Meu irmão ia viajar também e ficou com o carro.- respondeu ele me dando um selinho-

- Mas,como fazemos então?

- Relaxa,eu combinei uma carona com um pessoal da facú!

Ficamos ali na beira da marginal por uns quarenta minutos.

Rodrigo não me falava quem iria nos dar a carona.

Passado esse tempo ele disse:

- Ai,chegou a carona!

Uma perua Kombi bege se aproximou piscando a seta.

Parou alguns metros á frente.Eu e Rodrigo corremos para embarcar.

Quando nos aproximávamos da Kombi,eis que Dina,a roqueira,coloca a cabeça para fora da janela do acompanhante e grita:

- "Bóra" gente,corre!!

Eu não podia acreditar!Quando entrei na Kombi vi que quem dirigia era Ancelmo.

Dina estava sentada ao seu lado e Adilson no banco de tráz.

Tanta gente para o Rodrigo pedir carona e ele pega justo com aquele pessoal.

Nos cumprimentamos,arrumamos as mochilas como pudemos e eu me sentei junto á Rodrigo.

Ancelmo rumou pela marginal,mais adiante pegou a Anhanguera.

Os únicos que conversavam conosco durante a viagem eram Dina e Ancelmo.

Adilson parecia dormir ouvindo seu "walkman".

Falávamos sobre vários assuntos,o papo estava ate bom.

Incrível que nenhum deles falou em drogas ou sexo durante o caminho.

Após duas horas de estrada Ancelmo saiu da Anhanguera.

Passamos por uma pequena cidade e ele perguntava para Rodrigo:

- É por aqui?

- É!- respondia Rodrigo - pega essa vicinalzinha e vai em frente.

Rodamos mais uma meia hora ate chegarmos em um pequeno sítio.

A minha idéia de feriado não era aquela e principalmente na companhia daquelas pessoas!

Ancelmo parou a Kombi em frente a casa do sítio,puxou o freio de mão e disse:

- Pronto,os anjinhos estão entregues!

Rodrigo foi ate a janela do motorista,apertou a mão de Ancelmo agradecendo.

- Valeu meu irmão,to te devendo essa!

- Pegamos vocês quando?- perguntou Ancelmo -

- Ah meu...vem tipo ano que vem...- disse Rodrigo rindo,acompanhado por Ancelmo -

- Ta certo - disse Ancelmo - fica de boa os dois ai.

Ancelmo começou a acelerar e a manobrar a Kombi,Dina colocou a cabeça para fora da janela dizendo:

- Juízo crianças...

Juro que fiquei aliviada,mas por delicadeza perguntei enquanto a Kombi se afastava:

- Eles não iam ficar com a gente?

- Não...eles vão para outra parada,uma balada deles ai.- respondeu Rodrigo -

Com certeza iriam para alguma rave se encher de drogas.

Eu não podia acreditar!Ficaria quatro dias com Rodrigo!

Um feriado de carnaval inteirinho!

A casa do sítio era bem rudimentar.

Poucos móveis,um fogão velho,dois quartos e uma tv velha na quarto de casal.

- Meu pai deixa assim por que acontecem muitos assaltos por aqui - comentou Rodrigo -,não vale a pena comprar coisas novas.

Fosse o que fosse,eu estava com Rodrigo.

A noite começou a cair,o cheiro da natureza entrava na casa trazida pelo vento.

Lá fora,sapos coaxavam ao longe.

Tomamos cerveja,fizemos um lanche,assistimos a tv.

Mais tarde fizemos amor.

O cansaço da viagem não nos permitiu ir muito além e caímos no sono.

Amanheceu o sábado.Não tínhamos muito o que fazer.

Banho de cachoeira,andar pelas trilhas.

Percebi que o sítio era longe de tudo.A casa mais próxima deveria ficar a uns três quilometros,no alto de uma colina.

Improvisamos um almoço e fomos nos arrastando junto com o dia.

Vez e outra trocávamos carinhos e fazíamos amor.

Estava tudo perfeito!

Chegou a noite de sábado.

Eu havia tomado um banho e esperava Rodrigo na cama assistindo a tv.

Ele saiu do banho e deitou-se ao meu lado.

Nós tomávamos cerveja o dia inteiro,por isso estávamos sempre meio zonzos.

Começamos a trocar carícias e fizemos amor.

Rodrigo estava diferente,parecia mais viril do que de costume.

Fizemos amor uma,duas,três vezes!Eu estava adorando aquilo.

Quando começamos de novo eu estava de joelhos no meio da cama com Rodrigo me abraçando pelas costas,foi quando ele disse no meu ouvido:

- Quero fazer uma coisa...você deixa?

Aquela altura do campeonato eu estava deixando tudo!Apenas respondi sim com a cabeça mantendo os olhos fechados.

Rodrigo foi ate uma velha comoda,abrio a gaveta e pegou algumas cordas.

Ele voltou para a cama,ficou atraz de mim novamente e começou a beijar delicadamente meu ombro e meu pescoço,enquanto amarrava minhas mãos ás costas.

Ele amarrou minhas mãos,meus braços,meus joelhos,meus tornozelos.

Ele me amarrou firme,com nós apertados.

Por fim,tirou a fronha do travesseiro e me amordaçou com ela,fazendo-me mordê-la e apertando com força!

No começo foi tudo magico!Foi uma sensação de prazer totalmente diferente do que já havia sentido antes!

Alcancei um orgasmo fabuloso!

Ao terminarmos,pensei que Rodrigo fosse me soltar.

Mas estava enganada!

Ele foi ate a mochila e tirou de lá uma garrafa de wiske,e algo que me pareceu ser pequenas ampolas de plástico.

Rodrigo começou a beber wiske e para o meu desespero,as ampolas de plástico continham cocaína que ele começou a cheirar também!

Passavam de uma da manhã.

Rodrigo bebia e cheirava a droga.

Sentava-se em uma velha poltrona e ficava assistindo aos desfiles na tv.

Eu gemia sobre a cama,tentava pedir para que ele me solta-se.

Os nós estavam duros e apertados,por mais que eu tenta-se não conseguia desfazê-los.

O pesadelo pior começou em seguida!

Rodrigo voltou para a cama,e ao invez de fazer amor ele começou a me violentar!

O efeito do wiske com a droga fizeram dele um verdadeiro animal!

Rodrigo me colocou de bruços sobre a cama e penetrou minha vagina socando com força,com violência!

Não satisfeito,penetrou meu ânus!

Urrei de dor,chorei de ódio!

Ele me ofendia,dava tapas em meu rosto,puxava meu cabelo sacudindo minha cabeça!

Rodrigo estava totalmente fora de si!

Quando terminava,ele voltava para a poltrona,virava o litro de wiske na boca e em seguida cheirava mais uma trilha de droga.

Só me restava chorar...

Passou a madrugada,amanheceu o dia e eu ali,toda amarrada sobre a cama.

Rodrigo não dormira,acho que devido o efeito da droga!

A fronha machucava os cantos de minha boca,eu babava horrores!

Dado momento não contive minhas necessidades ,urinei e defequei na cama!

- Mas o que que é isso?- perguntou Rodrigo com tom embriagado-,que menina mais porca você é!!

Eu chorava,chorava e implorava...

- Você é uma menina porca!Vai ficar sem lençol!

Rodrigo disse isso e arrancou o lençol de sob meu corpo,fez uma trouxa e jogou no canto do quarto.

A garrafa de wiske havia acabado,por isso ele foi ate a mochila e pegou outra!

As horas foram se passando e Rodrigo continuava a beber e a se drogar!

Sem a mínima piedade ele vinha e me estuprava!

Me submeteu as piores humilhações que jamais pensei passar!

Eu sentia um ardor horrivel na vagina devido a violência com a qual Rodrigo me socava e também pela presença da urina e de fezes!

Dores no corpo,dores nos seios e agora uma dor de cabeça horrivel me tomava também!

Com o cair da tarde o tempo mudou.

Começou a chover e para azar meu,o telhado do quarto era repleto de goteiras!

Chovia em cima de mim!

Rodrigo ficava la,sentado na poltrona,bebendo,cheirando droga!

Eu estava no inferno!

A chuva passou.

Eu estava toda molhada,o colchão encharcado!

Fui tomada de um frio e comecei a tremer.

Tremia de frio,de dor,e chorava.

Veio a noite...

Wiske,droga,estupro...

Meus membros estavam dormentes.Meu corpo todo doia.

Eu queria morrer!

Pensava em meus pais,principalmente em minha mãe.

Chegou a madrugada de segunda feira.

Rodrigo se levantou da poltrona,virou o litro de wiske na boca,sorvendo o que restava de dentro dele.

Ele tacou a garrafa na parede,foi ate a mesinha onde tinha a trilha de cocaína e cheirou duas trilhas de uma só vêz!

Eu não tinha muito o que fazer!Ele iria me estuprar de novo!

Quem sabe eu morre-se agora?

Rodrigo vinha em direção á cama,de repente ele parou no meio do caminho,disse algo que eu não entendi e vomitou.

Um cheiro horrivel de wiske azedo invadio o quarto!

Rodrigo ficou ali de pé.

Ele olhou para mim,cambaleou para o lado e caiu,batendo a cabeça pesadamente no chão de cimento queimado.

Eu não conseguia me mexer,não conseguia gritar,não conseguia morrer...

O dia foi amanhecendo.

Eu esperava a morte chegar,ou coisa pior.

Rodrigo continuava caido no chão,desacordado.

Eu não conseguia nem desmaiar!

Acho que deveriam ser perto do meio dia,quando ouvi o barulho do motor da perua Kombi.

Buzina,vozes,risos...

- Ô pessoal - era a vóz de Adilson - chegamos mais cedo!

Buzina,risos.

Eu não conseguia gemer,eu não conseguia fazer nada...

-Ô de casa??- era a vóz de Dina - Estamos entrando...onde estão os pombinhos??

A porta do quarto foi se abrindo lentamente deixando a luz entrar.

- Oi...da licença...- dizia Dina enquanto abria a porta -

Ela não acreditou no que viu!

Eu nua,amarrada ,Rodrigo caido em uma poça de vômito desacordado!

- Cris?Gente!- gritou ela- acode aqui Ancelmo !

- O que foi??^- disse Ancelmo entrando no quarto -

- "Dilso"- gritou ele - ajuda aqui cara,rapido!!

Dina pulou na cama,tirou a mordaça e começou a me soltar.

Eu chorava o que me restava de lágrimas.

- Ai menina...o que ele te fez???

Ancelmo e Adilson socorriam Rodrigo.

- Levanta a cabeça dele Adilson...filho da puta!!Se encheu de droga!!

Eles nos levaram para a santa casa de uma cidade próxima.

Eu estava desidratada e com uma pequena infecção.

Rodrigo quase entrou em coma com overdose de drogas!A sua sorte foi ter vomitado!

Dina,Ancelmo e Adilson ficaram comigo ate a noite de terça feira,quando recebi alta .

Rodrigo teria que ficar mais um tempo.

- O pessoal da santa casa quer saber se você vai dar parte do estupro Cris.- disse Dina-

- Não...eu só quero ir embora daqui...

No caminho de volta a São Paulo,Dina manteve-se sentada ao meo lado no banco de traz da Kombi.

- Que barra heim amiga?- começou ela -

- Eu não imaginava que o Rodrigo fosse capaz disso...

- Estamos fazendo um trabalho com ele para que ele largue as drogas!

Disse Ancelmo enquanto dirigia.

- Trabalho? - perguntei -

- É - respondeu Dina -Ancelmo e Adilson ajudam jovens drogados a se libertar do vício.

- E vocês...estavam onde esses dias todos?- perguntei -

- Em um retiro de jovens evangélicos-respondeu Adilson -,em um festival de música góspel numa fazenda ali perto.

-Evangélicos?- perguntei -

- Sim-respondeu Adilson -,eu e Ancelmo somos da juventude evangélica.

Lágrimas correram no meu rosto.

- Fica assim não amiga,já passou.- disse Dina -

- Não estou chorando pelo que Rodrigo fez comigo...estou chorando pelo preconceito que tive de vocês todo esse tempo...

- Sem problemas Cris - disse Ancelmo-,aqui no Brasil ,quem é negro já esta acostumado a esse tipo de coisa.

- E quem é pardo também!- completou Adilson -

Olhei com olhos cheios de lágrimas para Dina .

- Eu também te achava esquisita!

- Por que eu sou roqueira?- perguntou ela sorrindo -

Dina afagou meu cabelo,me abraçou e me amparou o resto da viagem.

Inventei uma desculpa para os meus pais e fiquei grata por não ter engravidado de Rodrigo!

Ele me procurou algum tempo depois,mas eu não quis falar com ele.

Rodrigo sumiu da faculdade.

Ancelmo e Adilson demosntraram preocupação.

Em meados de maio soube que Rodrigo havia sido assassinado por traficantes!

Motivo?Dívida de drogas...

O fato ocorrido com Rodrigo fora uma esperiencia nova e marcante para mim!

Mal sabia eu que aquilo iria deixar seqüelas...

Julho de 2005,eu estava deitada na minha cama,assistindo tv.

Já passava da meia noite,quando senti uma vontade incontrolavel de me masturbar.

Penso que era devido ao filme que estava assistindo.

Introduzi o dedo em minha vagina e comecei a me masturbar.

Mas tinha algo errado!Eu não conseguia sentir prazer!

Parei,comecei a olhar para um cinto que estava sobre o encosto de uma cadeira!

Totalmente fora de mim,fui ate la e peguei o cinto.

Amarrei meu joelhos ele e comecei a me masturbar novamente!

Ainda faltava algo!

Me levantei e fui andando com os joelhos amarrados ate o guarda-roupas.

De lá tirei mais um cinto,que com o qual amarrei minhas coxas.

Esfregava frenéticamente o dedo e nada!

Ainda faltava algo!

Olhei para o travesseiro!Tirei sua fronha!

Eu estiquei a fronha pelas pontas,exitei,meu coração batia forte e rápido!

Por fim,mordi a fronha e a amarrei firmemente á nuca!

Comecei a me masturbar e a gemer,enquanto contorcia as pernas!

Veio o orgásmo!Que coisa maravilhosa!

Me senti exáusta como se acaba-se de ter uma relação de verdade!

Gostei!Mas depois achei estranho!

Eu não conseguia me controlar!

Fui levando para o meu quarto pedaços de corda,cordinhas de varal,rolos de esparadrapo,fita silver tape e todo tipo de coisa que pudesse usar para me amarrar e amordaçar!

Minhas noites começaram a ficar magicas!

Eu não via a hora de chegar em casa e ir para o meu quarto!

Isso me preocupava!Estaria ficando louca?

Eu ficava nua no quarto e me amarrava de várias formas!

Mas nunca conseguia amarrar as mãos de forma satisfatória!

Mas sempre alcançava orgásmos ótimos!

Eu achei que não estava bem,por isso ,comecei a me afastar das pessoas na faculdade.

Ficava sentada em um canto qualquer,sempre lembrando das sensações que as amarrações me proporcionavam!

Mas eu queria mais!Eu queria sempre mais!

Estava em busca da situação perfeita!

Minha fantasia:estar amarrada a mercê de um algóz mascarado,que viria para me violentar!

Realmente,eu estava louca!

Entrou o ano de 2006.

Fazer minhas sessões durante a noite tornou-se um vício!

E eu estava sempre em busca da situação ideal!

Em março de 2006 uma prima iria se casar no interior.

Graças a bendita faculdade eu não pude ir(mentira!).

Foi uma ótima desculpa!

Naquela sexta feira,com os meus pais fora no final de semana,imaginei a situação perfeita!

Fiquei nua,fui ao banheiro,enchi a banheira.

Amarrei pés,joelhos,coxas,muito bem amarrados.

Enfiei uma bola de meia na boca e a tapei com silver tape.

Por fim,amarrei as mãos como podia,como sempre.

Esse era o meu desgosto!

Sentei-me na beirada da banheira e com todo cuidado escorreguei meu corpo para dentro dela.

Queria sentir a sensação de estar se afogando ,amarrada e amordaçada!

Me contorci com cuidado para afundar o rosto na água.

Fiquei me contorcendo por algum tempo ate sentir o tesão.

Mas,quando fui sair e firmei o pé na base da banheira,meu pé escorregou e meu corpo correu de costas para o fundo!

Eu fiquei no fundo da água com as pernas para cima,e a posição e as amarras não me permitiam se levantar!

Eu não conseguia me soltar devido o peso do corpo sobre as mãos,e os meus pés molhados escorregavam contra o azuleijo da parede,não me dando apoio algum!

Comecei a me desesperar!O fôlego me faltava!

Piór!Como explicar para os meus pais a filha amarrada e amordaçada,afogada dentro da banheira??

Por um segundo tive o raciocínio,virei minhas pernas para a borda da banheira,as dobrei,e com um esforço sobrehumano consegui erguer meu corpo para fora da água!

Precisava fazer mais abdominais!

Aos poucos consegui sentar na borda da banheira.

Retomei o fôlego e a calma e me coloquei de pé.

Consegui sair da banheira!

Eu não conseguia soltar os nós das cordas de algodão molhadas!

A saida era ir ate o meu quarto e,deitada na cama,com calma,me soltar!

Comecei a ir aos pulinhos,mas os pés molhados escorregaram no piso frio,fazendo-me tombar no chão do banheiro machucando a orelha!

É horrivel você cair amarrada!

Eu me levantei devagar,me escorando na parede.

O problema agora seria chegar ate o meu quarto sem ser vista!

Não havia mais ninguém em casa.Mas ,vá se saber?

De repente meus pais chegarem do nada,ou,meu irmão que morava na europa chegar para uma visita surpresa?

Fui aos pulinhos ate o meu quarto,e com muito custo consegui trancar a porta.

Me joguei sobre a cama e comecei a soltar os nós das mãos.

Assim que consegui livrar uma delas,me masturbei!

Nunca mais irei me esquecer daquele orgásmo!

Realmante,eu estava viciada!

Queria mais!

Cheguei a um ponto em que dormi toda amarrada!

Eu usava pulseiras e lencinhos nos pulsos para esconder as marcas das amarras!

Vestidinho e mini saia?Nem pensar!

Uma vez estava fazendo uma pesquisa para a faculdade na região do centro.

Passando pela Avenida Tiradentes,vi algo que me chamou a atenção:

Algemas!

Entrei em uma loja de artigos militáres e elas estavam lá,me esperando!

Com a maior cara de pau fui ate a vendedora da loja e joguei:

- Meu amigo policial vai fazer aniversário,queria dar um par de algemas para ele...

Sem nenhuma pergunta a garota me mostrou modelos e marcas.

Optei pela mais em conta!

Meu coração batia forte!Tesão,anciedade!

Usei minhas algemas várias vezes.

Sempre deixando as chaves em uma situação de dificuldade,para dar mais tesão a sessão!

Mas eu queria mais!Mais!!

Setembro de 2006.

O 7 de setembro iria cair numa terça!

Meus pais iriam passar o final de semana na praia!

Abençoada faculdade que não me deixou ir!!!

- Feriadão filha?Tem certeza de que não pode ir conosco?- perguntou minha mãe-

- Tenho muito trabalho atrasado para entregar mãe,não da...

- Que pena filha.

- É...isso vai me amarrar o tempo todo...

Eu ficava em desespero quando meus pais iam viajar!

Eles ficavam protelando,inventando coisas,minha mãe esquecendo isso e aquilo e eu querendo que eles fossem embora rápido!!!

Enfim,faze "um",eles saiam!

Agora esperar a faze"dois",o telefonema!

Naquela véspera de feriadão eu perdi três horas ate que minha mãe ligou avisando que tinham chegado.

- "Oi filhinha,estou ligando para avisar que chegamos bem!Seu pai pegou um trânsito horrivel na Anchieta!"

No fundo,conversas e risos.

- O tio Augusto esta aqui com a tia Lica,ele quer sair para comer fora...

- Otimo mamãe,que bom,divirtam-se...

Eram quase nove da noite.

Eu já sabia o enredo da sessão.

Vesti um conjunto de saia social e casaquinho da minha mãe que não servia mais nela,mas ficava ótimo em mim.

Fui perfeccionista!

Meia calça,calcinha,sutiã,maquiagem!

A executiva perfeita!

A executiva sequestrada!

Eu queria emoção,dificuldade!

Peguei um rolo de massas de minha mãe e o coloquei no acento da cadeira,de modo que ficasse entre minhas pernas.

Coloquei as chaves das algemas cuidadosamente bem no meio da cama.

A cadeira estava longe da cama,do outro lado do quarto.

Tive o cuidado de me amarrar muito bem na cadeira.

Amarrei minhas pernas,meus pés,firmes!

Dei várias voltas com uma corda comprida em volta de mim e do encosto da cadeira.

Enfiei uma bola de meia na boca e dei voltas e mais voltas de silver tape!

Que mordaça maravilhosa e apertada!

Por fim,enfiei meus braços pelas voltas de cordas entre o meu corpo e o encosto da cadeira!

Foi difícil!estava apertado!

Eu havia colocado uma das pulseiras das algemas em um dos pulsos.

Restava agora prender o outro...

Eu respirava forte pelo nariz,meu coração batia rápido!

Eu sentia uma pulsação no pescoço!

Se eu prende-se a outra pulseira da algema,só conseguiria me soltar quando chega-se na cama!

Aquele era o momento!

Um tesão enorme tomou conta de mim!

Com dificuldade eu envolvi o outro pulso com a algema.

Fechei!

Pronto!estava totalmente presa,imobilizada!

A executiva sequestrada,amarrada e amordaçada no seu cativeiro!

Seu algóz a havia colocado sentada sobre um rolo de massa,que começava a ferir seu coquis!

A salvação estava sobre a cama,a uns três metros de distância!

A chave das algemas!

A ânsia de produzir uma situação dificultosa não me deixou ver o quanto seria difícil mover aquela cadeira!

Comecei a forçar a cadeira,tentando dar pulinhos com ela para frente.

Nada!Não movia um centímetro!

Tentei ir movendo para virar de lado.

Aos poucos eu consegui me virar de lado.

Percebi que ficava mais facil pular de lado do que de frente.

Mas eu tinha que ter cuidado!Um descuido e a cadeira tombava comigo!

Imaginem,um braço quebrado,um traumatismo craniano!

Com o tempo percebi o quanto foi péssima a idéia do rolo de massas!

Cada vez que eu pulava o meu coquis recebia o impacto do rolo e isso estava começando a causar uma dor insuportavel!

Eu trasnpirava á bicas!

Podia sentir o suór entre a pele da perna e a meia calça!

Meus pulsos,tornozelos e pernas estavam ficando dormentes,e agora,mesmo que eu quisesse passar pelo constrangimento de ter alguém me soltando não podia,pois estava muito bem amordaçada!

A única saida era:chegar na cama e pegar a chave!

Quando terminei de me amarrar na cadeira passavam das 22:30 horas.

Já eram 23:40h e eu havia me movido uns 60 centímetros apenas!

O suór escorria pela minha testa,encharcando minhas sobrancelhas.

Eu tinha rodelas se suór sob as axilas e os seios.

Eu sentia o meu corpo todo ensopado sob aquela roupa!

Pulava um pouco,parava,descansava!

Estava ficando exausta!

Nisso,ouvi o barulho de um carro parando em frente da casa!

Vozes,portas batendo!

Quem seria a uma hora daquelas?

Teria acontecido algo e meus pais teriam voltado da praia?

Seria meu irmão chegando de taxi?

Desespero!Coração batendo rápido!

Faltavam quase dois metros para chegar na cama!

Forcei os pulos para ir mais rápido,ouvi um estalo vindo da cadeira!

E se ela quebra-se e eu cai-se?

Quem seria la fora?

Eu estava cansada,o corpo pesado,doendo.

O coquis doia!

Fiquei um pouco parada descansando,quando ouvi uma voz de mulher;

-"Parou de repente..."

Ela deveria estar falando ao celular com alguém.

-"Ah...alarme?"

-"Painel?"

Ela falou com outra pessoa,eu não pude ouvir direito,ela passava orientações.

De repente o barulho da partida,motor pegando.

- "Pegou..."

Portas batendo,carro acelerando e saindo.

Suspirei aliviada!

Continuei minha empreitada ate a cama.

Consegui chegar ao lado da cama por volta de uma e trinta da mnhã.

Eu já não aguentava mais de cansaço e de dor no coquis.

Pensei em tudo,menos no fato de que não conseguiria subir na cama com a cadeira presa em mim!

A saida foi virar de costas para a cama e puxar o lençol com a ponta dos dedos ate alcançar a chave!

Tinha que rezar agora para ela não cair no chão!

Consegui pegar a chave!Tive dificuldade para abriri as algemas,pois estavam muito apertadas e os meus dedos dormentes.

Por fim,me livrei delas!

Passei os braços para frente com muito custo,soltei as amarras e me joguei na cama!

Antes de tirar a mordaça eu me masturbei.

Tirei a mordaça e desmaiei de exaustão.

Nos dias seguintes fiz sessões mais leves.

Estava machucada por demais e com muitas marcas nos pulsos e pernas.

Na semana seguinte estava sentada na escadaria da faculdade.

Eu precisava falar com alguém sobre aquilo,não aguentava mais,estava ficando louca!

Nisso ,Dina chegou e sentou-se ao meu lado.

- Oi amiga...ta tudo bem?- perguntou ela -

- Mais ou menos...não ando muito bem não...

- O que foi?Fala comigo amiga.

- Aquele episódio com o Rodrigo me deixou estranha...

- Bem,violência sexual sempre mexe de uma forma cruél...

- Não estou falando do estupro...estou falando dele ter me amarrado...

Dina ficou olhando para mim sem dizer nada.

- De la para cá eu tenho feito coisas estranhas...

Dina levou a mão ate as minhas pulseiras e as afastou,deixando á mostra as marcas das amarras.

O "bichinho" do "bondage" te pegou,né?

- Bichinho de que?- perguntei atônita-

- Bondage!- disse Dina exibindo marcas semelhantes que trasia sob suas munhequeiras de couro preto-

Dina começou a me explicar tudo sobre o bondage.

E como ela praticava isso com o namorado.

- Isso não é loucura?Eu não estou doente?- perguntei -

- Você vai fazer o que na sexta a noite?- perguntou ela -

Na sexta feira a noite ela e o namorado me levaram ate um casarão que ficava na zona norte.

Era um lugar requintado,com muitas tapeçarias,pinturas,louças,

móveis antigos.

Os frequentadores eram pessoas distintas,discretas,na grande maioria vestidas de preto.

Garçons circulavam pelo salão servindo vinho e petiscos e um tipo de música classica ficava como som ambiente.

Aos poucos fui conhecendo aquelas pessoas e fazendo amizade,principalmente com Fernando,um homem que deveria ter a idade do meu irmão.

Pesquisei sobre bondage e descobri que não era a única pessoa do mundo a pratica-lo.

O bondage e o sadomasoquismo são estilos de vida,uma opção de prazer e não uma doença!

A minha amizade com Fernando foi se aprofundando.

Relatei a ele o ocorrido com Rodrigo e ele me ajudou em muito a superar aquilo.

Em uma noite estavamos na varanda do casarão,quando em certo momento nos beijamos.

Fomos nos envolvendo e com o passar do tempo descobri que Fernando era o que chamavam de "dominador"ou "Dom".

Aprendi sobre submissão e o que seria ser uma "sub",ou ,submissa.

Uma vez Fernando me convenceu a subir para o andar de cima do casarão.

Ele me tomou pela mão e,ao passar pelo anfitrião do casarão ele disse:

- Gostariamos de ficar a sós.

O anfitrião,um senhor grisalho de olhos claros respondeu com um sorriso:

- Pode usar o ultimo módulo do corredor.

Seria a primeira vez que eu me entregaria a um homem depois de Rodrigo.

Fernando soube como conduzir tudo muito bem.

Ele me imobilizou e me teve como mulher.

Com o passar do tempo foi empregando o uso de prendedores,da chibata e de outros instrumentos e eu aos poucos fui sendo lapidada para ser a sub de Dom Fernando.