domingo, 1 de março de 2009

O REENCONTRO .











Estava de joelhos perante ao mestre superior.





Ele me passava orientações sobre um "trabalho"externo,que eu iria fazer,representando o Imperio.





-Aqui esta o endereço,onde iras encontrar a candidata.- disse ele,jogando uma folha de papel ,que pairou no ar,caindo em minha frente.





Rapidamente eu a peguei,dobrei,e coloquei no bolso da túnica,sem tirar os olhos do chão.





-Quando tu chegares la-continuou o mestre- tu deverás identificar-te como "Imperio da dominação",apenas isso.





-Sim,meu mestre...





-Faras um trabalho de avaliação com a candidata,e remetera seu relatorio para mim depois.





-Sim ,meu mestre...





-Otimo!Agora,vai!





-Com sua permissão,meu mestre...





Disse isso,levantei-me,dei alguns passos de costas,e me virei para sair.





Mau havia dado dois passos,quando o mestre chamou meu nome;





-Kabalta!





Eu me virei,manendo a cabeça baixa;





-Sim,meu mestre?





-É preciso que voce represente muito bem o Imperio nessa missão,entende?





-Não vou decepciona-lo meu mestre!





-Otimo!Va!!





Bati levemente um calcanhar contra o outro,fiz uma reverência,dei meia volta e sai.





Um dos conselheiros se aproximou do mestre,perguntando;





-Meu senhor,por ventura não deveriamos te-lo alertado?





-Não!Isso servira de prova para Kabalta,por isso eu o enviei...





Voltei para o meu nicho.





Soltei algumas escravas que estavam no castigo,isso,com a ajuda de Alezandra.





Ela ficou ali,a espera de novas ordens,enquanto eu me preparava para sair.





Nisso,chega Carolina.





Eu não me opunha aos "modelitos"que minhas subs costumavam usar.





Alezandra quase não me dava trabalho com isso,pois,geralmente usava uma roupa de latex preto.





Quando não,usava um vestido tubinho de latex com meias finas,mas,nunca saia fora do sensual.





Carolina me aparecia ali,usando um baby luke com uma calça estilo corsário,ambos de latex preto,e calçando coturnos militares.





-Boa dia meu Dom!-disse ela sorridente-





-Uhm...onde a mocinha vai vestida assim?-perguntei-





-Vim servir ao meu Dom!





Alezandra mostrou um sorriso sínico.





-Esta rindo de que,posso saber?-perguntou Carolina,irritada-





-Não estou rindo cadela,estou limpando os dentes,acabei de comer carne,sabe?





-Uma mulher com sua educação só poderia fazer isso mesmo...





-Não me cobre educação, se voce não tem...





-Pois saiba que sou muito bem educada,além de formada!!





-Em que?Idiotice?





-Não!Filosofia!!





-Grande coisa,eu sou formada em linguas,falo sete idiomas diferentes e fluentemente...





-Ah,sim,com certeza,voce sabe muito bem trabalhar com a lingua!





-Melhor do que voce...





-Parem as duas!!- ordenei-Chega!!





-Olhem bem,eu estou saindo para uma missão externa,e não quero saber de voces brigando,entenderam?





-Não quero voce provocando Alezandra,e não quero voce atentando contra a vida de Carolina,certo?





-Meu Dom,acha mesmo que eu atentaria contra a vida desta cadela?-perguntou Alezandra-





-Voces tomaram cafe juntas hoje?-perguntei,onde,as duas responderam"sim" juntas.





-Voce esta se sentindo bem Carolina?- perguntei-





-Meu Dom?!- protestou Alezandra,enquanto Carolina apalpava o ventre com olhar preocupado-





-Não se atreveria a me invenenar!-disse Carolina-





-Não gastaria veneno á toa!





-Ah,é?Pois saiba,que eu tenho muito mais valor...





-Chega!!!-berrei de novo-





-Eu disse que não quero discuções entre as duas!!Quero que fiquem aqui,lado a lado,quietas,enquanto eu acabo de arrumar as minhas coisas!





-Aquela que soltar um "pio",um"ai",eu vou deixar de castigo na caixa escura,ate eu voltar da rua,entenderam?





Disse isso e me voltei,indo para a bancada,acabar de pegar o meu material de "trabalho",cordas,mordaças,algemas,chibatas,enfim...





Tinhosa,Carolina aproveitou que eu não as via,e,com o salto do coturno,pisou no dedinho do pé de Alezandra,soltando todo o peso do corpo sobre ele.





Alezandra segurou a dor,serrando os lábios.





Porém,ela começou a dar pequenas batidas no chão com o seu super fino salto de aço da bota.





Carolina percebeu que havia arrumado confusão,e das "finas",tirou seu pé de cima do pé de Alezandra com uma expressão de "Ah,não..."





Coloquei o mateial dentro de uma pequena valise de couro preto,e me virei,indo na direção das duas.





Notei que lágrimas escorriam dos olhos de Carolina.





-Por que chora?-perguntei-





-Saudades do meu Dom...





-Mas,eu mau sai?





-Pois sim!Ve o quanto eu o amo?





Alezandra continuava com o seu olhar impassível para frente.Se uma mosca passa-se voando diante dos seus olhos á aquela hora,com certeza,cairia dura,congelada!!





Percebi que ja havia alguma coisa errada entre elas.





-Vou repetir!Não quero saber de briga entre as duas!!





-Não havera brigas meu Dom,eu prometo...-disse Alezandra,em seu costumeiro tom frio e calculista-





Carolina mordia o lábio,com lágrimas no rosto.Saudades minha?Pois sim!!Ela estava era morrendo de medo pela merda que havia feito!!





Muito bem,eu me vou agora!-disse isso,e dei um beijo longo e ardente na boca de cada uma-





-Comportem-se!- recomendei pela ultima vez-





Alezandra fechou os olhos,e ,quando os abrio novamente,eles estavam olhando na direção de Carolina!Um olhar mau,cruel.





Eu sai,fechando a porta do nicho.Carolina fez menção de se mexer,quando Alezandra a agarrou pelos cabelos e a puxou para perto de sí.





-Oi cadelinha!Agora somos apenas eu e voce...





-Mamãe...-murmurou Carolina,chorando de medo,enquanto era arrastada pelos cabelos ate a sala de tortura.





Sai para a rua.





O compromisso do Imperio estava marcado para a noite.





Era engraçado,pois,quando vinha para o mundo exterior,minha maquiagem sumia do rosto.





Perambulei pela cidade ate o anoitecer.





Tive sede,e,passando por uma rua escura,pude ouvir o som de um bom trash rock,muito pesado e rápido,que vinha de um bar.





Uhm!Unir o útil ao agradavel!





Entrei no local,repleto de jovens e pessoas da mais variada idade.





Jovens cabeludos ,em sua grande maioria!Cabelos que deixariam qualquer mulher morrendo de inveja!





Um grande tumulto no meio do salão,éra feito pelas pessoas que assistiam á apresentação da banda que tocava.





Mesas e cadeiras rodeavam o salão,meio perdidas na escuridão e fumaça que infestava o local.





Me aproximei do balcão,encostei,e,meio que aos berros,perguntei ao garçon;





-Voces tem vinho?





-O que??





- Eu perguntei,se voces ,tem,vinho??





-Sim!-respondeu o rapaz-





-Qual?





-O nosso mesmo!-disse ele,fazendo um gesto com a cabeça,em direção de umas garrafas plásticas sobre um balcão atraz dele.





Bem,eu tinha que me manter vivo para realizar a avaliação !





-Cerveja,por favor...





O som alto continuava,com guitarristas rodopiando a cabeça,fazendo evoluções com suas cabeleiras,enquanto o vocalista "vomitava" as letras da música no microfone.





Me encostei no balcão,solvendo a cerveja gelada aos goles.





A minha vestimenta e a minha figura,chamaram a atenção de alguns red bengers,que se aproximaram,me rodeando.





-Olha só-começou um deles-Sobretudo,oculos escuros...voce não ta no lugar errado não ??





Confusão!Senti os meus olhos arderem...





-É-disse outro-aqui não é o seu lugar não...





-Ai?-perguntou um outro,ficando bem na minha frente-Voce é gótico??





Tirei os oculos escuros,deixando que eles vissem meus olhos,que ja estavam negros como a noite,e respondi;





-Não!Eu sou sádico...





Eles se entreolharam,sem entender o que estava acontecendo,demosntrando temor.





-Ai "irmão"-disse o que estava na minha frente- fica na paz ai...





Os rapazes se afastaram,eu recoloquei os oculos,sorri,e terminei minha cerveja.





Mais tarde,eu descia de um taxi,no endereço indicado pelo Imperio.





Uma casa grande,em um bairro classe alta.





Fui ate o portão,toquei a campainha do interfone,que zunia,e esperei.





-Pois não?-disse a voz masculina vinda do interfone -





-Império da dominação!-respondi,conforme orientado-





-Um minuto,por favor.





Esperei algun segundos,ate que a voz voltou dizendo;





-Por favor,entre!





Ouvi um clique automático,o portão se abrio,eu entrei,fechandoo atraz de mim.





Subi um caminho de cimento,ladeado por flores e pequenas grades em arco pintadas de branco.





Chegava a porta da frente,ao mesmo tempo em que ela se abria,deixando ver a figura de um senhor de idade.





-Seja bem vindo senhor-disse ele-Por favor,pode subir,a senhora o agurda la em cima.





Ouvi um trovão ao longe,assim que comecei a subir as escadas.




No final,um corredor comprido,com pouca luz.




Uma porta entreaberta no final do corredor,deixando sair claridade,indicava o local.




Cheguei proximo a ela,dei algumas batidas,e aguardei.




Ouvi os passos de quem vinha para abri-la.Eu mal esperava o que iria acontecer.




Aporta se abrio ate o canto,deixando aparecer a figura daquela que um dia eu amára tanto,e que era responsavel por parte do meu sofrimento!




Meu coração bateu mais forte!Uma mistura de alegria,odio,tristesa,desespero!




-Denise!!Voce??




-???..




Antes que ela menciona-se o meu nome,eu a alertei;




-Não!!Não diga o meu nome!!




-Mas??




-Calada!!Meu nome é Kabalta!Sou o representante do Império da dominação,e possuo um título,que voce devera respeitar durante a avaliação!!




-Mas...




-Calada!!Trate-me por Dom Kabalta!!Entendeu?




Disse isso e fui entrando no quarto.Denise fechou a porta atraz de mim.




-O ...o que voce faz aqui?




-Cale-se ja disse!




Coloquei a valise de couro sobre uma cômoda.




-Pegue uma cadeira,e coloque aqui,no meio do quarto!




-Olhe...eu não imaginei...eu...




-Eu ja disse para voce se calar e trazer uma cadeira para o centro do quarto!!




-Por favor...antes,temos que conversar...preciso te explicar...




Virei-me,desferindo um violento tapa com as costas da mão em seu rosto.




Ela rodou ,perdendo o equilibrio,e caio no chão.




Fui ate ela,pegueia pela gola da blusa que usava,e a levantei,ficando com o meu rosto bem proximo do dela.




-Quando eu der uma ordem-comecei-obedeça!!




-Entendeu?- perguntei dando um tapa em seu rosto-




-Entendeu?- outro tapa-




-Por favor,não me bata...




Segurei firme em sua gola,sacudindo-a no ar.




-Voce é surda?Vai ter que apanhar a noite toda para aprender?Pegue a maldita cadeira e coloque no centro do quarto!!




Berrei a ordem,ao mesmo tempo em que a atirava no chão.




Ela ficou ali,tremendo,chorando,tentando se levantar.




Fui ate a valise,a abri.Mas,que diabos?Por que me mandaram avaliar justo minha ex-mulher??




Isso era coisa do mestre superior!!




Peguei uma chibata,fechei os olhos,tentando me acalmar.




Não podia misturar assuntos do Imperio com problemas pessoais!!




Ali eu não era um ex-marido!Ali eu era um Dom bondágico,e tinha uma obrigação!




Quando me voltei,ela acabava de colocar uma cadeira no centro do quarto.




Seus cabelos estavam desarrumados,a blusa com os botões estourados,deixando á mostra o sutiã e o abdomem.




Eu me aproximei dela.




-Por favor...vamos conversar antes??




Segurei o seu rosto com tanta força,que a obrigava a fazer um bico com os lábios.




-Escute aqui,fale apenas quando eu mandar,entendeu??Se voce falar sem minha ordem,vai apanhar!




Larguei o seu rosto com violência,e disse;




-Tire suas roupas,e sente ai...




Denise pensou em falar algo,mas,resolveu por obedecer,calada.




Trêmula,ela tirou a blusa,o sutiã,a calça.




Em poucos minutos,estava nua.




Ela não olhava para mim,cruzou os braços,e ficou ali,tremendo e chorando.




De repente,senti algo estranho tomar conta de mim.




Uma mistura de dó,saudade,compaixão...




Denise olhou para o meu rosto,fazendo uma expressão de assombro.




Eu não entendi,e,olhando para um espelho na parede,pude ver que,a minha maquiagem havia aparecido em meu rosto.




Por que?Ali,fora da masmorra?




Eu me aproximei de Denise.Ela demonstrou medo no olhar.




-Calma.- disse,a abraçando-




-Tenha calma...apenas,me obedeça,ouvio?




Ela fez "sim" com a cabeça.




-Sente-se ai,e me espere.




Ela sentou.Peguei uma roldana de pressão,e a prendi no teto.




Passei uma corda,me dependurei soltando todo o peso do corpo,para me ceritificar de que estava bem presa.




Coloquei Denise sob a roldana.Amarrei seus pés,pernas,braços e mãos.




Coloquei uma esponja em sua boca,e uma mordaça de couro.




Fiz uma amarração em seus braços e seios com uma terceira corda,á qual,passei pela roldana,suspendendo o corpo de Denise no ar.




Um pequeno relogio ao lado da valise,marcava 23:00 horas.




La fora começava a chover,e a noite seria longa para ela...




Coloquei presilhas de aço em seus mamilos.




Presilhas com argolas,nas quais,dependurei pequenos pesos de chumbo,fazendo com que os mamilosse esticassem para frente.




Denise soltou um gemido de dor.




Afastei suas nádegas com os dedos,e introduzi-lhe um consolo na vagina,que ficou firme no lugar,depois que as nádegas se fecharam novamente.




Um novo gemido!




Vez em quando,eu dava uma chibatada em suas coxas,e na sola dos pés.




Ela gemia de dor.




Duas horas nessa posição,e eu a tirei,amarrando-a na cadeira,com as pernas suspenças,proximas a cabeça.




Assim,eu podia "trabalhar"sua vagina e seu ânus tranquilamente.




Tirei as presilhas de seus mamilos,e coloquei ventosas,para que fossem sugados durante a sessão.




Passei gel excitante em sua vagina,e a deixei la,por uma hora.




Ela suava,gemia,respirava com dificuldade.




Eu me aproximei,me abaixei ao seu lado,toquei sua vagina com dois dedos,comecei a massageala.




-E então?Como se sente?




Seu olhar implorava,suor escorria pela sua testa e rosto.




Tirei uma ventosa ,e comecei a chupar seu mamilo,com carinho.




Denise gemeu,se contorceu na cadeira.




Parei de masturba-la,antes que chega-se ao orgasmo.




Eu a tirei daquela posição.




De volta a roldana no teto,eu amarrei suas pernas e pés,os braços para traz,coloquei uma coleira em seu pescoço e um cinto largo em sua cintura.




Prendi uma corda no cinto e na roldana,a obrigando a ficar de pé.




Uma segunda corda eu passei pela argola da coleira,e em seguida,pela corda que prendia os pés,puxando a corda e a obrigando a ficar curvada.




Surrei suas nádegas com a chibata,em seguida,penetrei sua vagina,socando-a ate que ela chega-se ao orgasmo.




Eu a deixei la por mais duas horas,repetindo a sessão de surra e de curra.




Por fim,eu a tirei das cordas,mantive suas mãos amarradas ás costas,e a levei para a cama,onde a deitei,e fiz amor com ela o resto da noite.




Denise gemia enquanto eu a possuia!




Eu lhe dava tapas no rosto e nas coxas.




Ela gemia,gritava,blasfemava.




Tentei me controlar,mas no final,não consegui!




Beijei sua boca,com ardor,com paixão.




Perto do amanhecer,a chuva havia parado.




Ela voltou do banho,usava um roupão branco com uma toalha enrolada na cabeça.




Eu ja guardava meu material na valise,ela parou a poucos metros de mim.




-Posso falar com voce?




-Não temos nada para falar...




-Por favor...-disse,chorando-




Acabei de guardar minhas coisas,peguei o sobretudo,e me voltei para a porta,dizendo;




-Mandarei um relatorio para o Imperio,eles irão contata-la,assim que houver uma resposta...




-Posso fazer uma pergunta?-disse ela-




-Faça!-disse,sem me voltar-




-Perdão?




Fechei os olhos,pensei um pouco,e respondi;




-Se voce esta arrependida,ja esta perdoada...




Denise se aproximou,tentando tocar meu ombro,mas,eu sai antes que ela pude-se alcança-lo.




Se Denise seria aceita pelo Imperio para ser sub de alguem?




Não sei!




Mas,alguma coisa me dizia,que,dentre milhares de masmorras espalhadas pelo mundo,ela iria acabar parando eu sei bem onde...




Sai da casa de Denise,sem olhar para traz...




Alguns vassalos me receberam na entrada do nicho,pegando minha valise e meu sobretudo.




Fui ate a sala principal,onde pude ver Alezandra arrumando um arranjo de flores.




Eu me aproximei dela.




-Meu Dom!- disse ela,me beijando a boca-




-Posso perguntar como foi la?




-Não minha minha amada,eu quero esquecer isso tudo...




-Se é a vontade de meu Dom...




Olhei ao redor e perguntei;




-E Carolina?




-Ela esta na lavanderia,senhor...-respondeu Alezandra,olhando de lado-




-Lavanderia?-achei estranho-




De repente,ouvi a voz de um vassalo;




-Meu Dom,permissão para entrar.




Quando olhei,dois vassalos traziam Carolina amparando-a pelos braços.




Ela tinha marcas de amarrações nos pulsos e nos tornozelos.




Ematomas roxas pelo corpo,e a roupa toda rasgada.




-Mas,o que houve?-perguntei atônito-




-Meu Dom-começou o vassalo-Nos a encontramos amarrada dentro de um saco de roupas sujas senhor,quase foi jogada na maquina de lavar!




Olhei rapido em volta,vi as flores caidas no chão,e nem sinal de Alezandra!




Ela voltava rapido para o seu nicho,ouvindo meus berros ecoarem pelo corredor,gritando seu nome...





















domingo, 22 de fevereiro de 2009

A FESTA DE CASAMENTO.
















Eu me aproximei da escrava que estava presa ao madeiro em "X".








Eu havia passado gel excitante em sua vagina,e havia colocado ventosas em seus seios.








Conseguia-se ouvir um pequeno gemido vindo dela,devido a mordaça de couro,que envolvia toda a parte inferior de seu rosto.








Seus olhos me olharam,expressando uma súplica.








Retirei a ventosa de seu seio esquerdo,e comecei a chupar deu mamilo,ao mesmo tempo em que,comecei a masturba-la com dois dedos.








Logo,percebi que ela iria alcançar o orgasmo,por isso,parei.








-Não mocinha...ainda não...mais tarde,fique mais um pouco ai...








Ela gemeu,e suplicou de novo com os olhos.








Uma segunda escrava estava sobre um tablado de madeira.Ela usava um traje de latex preto,e um corpete de borracha vermelho.








Eu havia colocado um salto 25 nela,por isso,ela estava na ponta dos pés.








Uma mordaça de bola e uma máscara de borracha completavam sua vestimenta.








Ela estava amarrada de pé,e o seu corpo ficava dependurado,por uma corda presa a uma roldana no teto.








Eu me aproximei com uma tala de madeira,e desferi varios golpes em suas nádegas e na parte de traz de suas coxas,fazendo com que ela solta-se gemidos de dor e de prazer.








Tinha ainda uma terceira escrava,usando uma mordaça de bola,presa em uma posição que a obrigava a ficar de "4",em uma maquina que a penetrava com um consolo duplo.








Eu tinha que ter um cuidado especial com essa escrava,pois,não podia deixar de lubrificar o consolo periodicamente com vazelina liquida.








Se não fize-se isso,com o passar das horas,o atrito do consolo poderia provocar danos em sua vagina e em seu ânus.








Estava justamente fazendo isso,quando de repente,uma voz rouca me tomou de súbido,me assustando;








-Meu Dom...








Era Eleazar,o mais antigo servo do conselho.








-Esta louco?- o repreendi-Quer me matar do coração??








-Perdoe-me meu Dom,mas,venho em nome do mestre superior trazer um aviso...








-Pois diga!








-Devido aos preparativos para o casamento de Dom Barccelos e sua sub,as refeições,ja a partir do jantar de hoje,serão servidas no salão de inverno.








-Muito bem,pode ir agora...








-Com sua permissão,meu Dom...








Ele disse isso,deu alguns passos para traz,fez meia volta e saiu.








Havia me esquicido disso!O casamento de Barccelos com sua sub!!








Parece que o amor rodeava a masmorra naqueles dias!!








Continuei com meus afazeres,quando ouvi o som de passos vindos pelo corredor.








Eram passos rapidos,som de saltos altos,e,com uma peculiaridade,um pequeno raspão do salto no solo as vezes.








Carolina!








Ela parou de fronte a porta do nicho,linda como sempre,trazendo uma pequena chibata na mão.








-Meu Dom,posso entrar?








-Claro Carolina...








Eu comecei a mexer na bancada,ela entrou e parou em frente a escrava presa á maquina.








-Vim saber se o meu Dom ja tem companhia para a festa de casamento no sabado?








-Não...ainda não...-respondi sem me voltar para ela -








De repente,ouvi o som da chibata zunindo no ar,e um gemido forte da escrava.








-Por que bateu nela??- perguntei,repreendendo-a-








-Ela esta gemendo!








-Mas é claro que ela esta gemendo!Esta sendo penetrada por uma maquina!








-Ela geme para excitar o meu Dom!








-Carolina,deixe de ser ridicula!Sabe a quanto tempo ela esta ai?








Um novo gemido da escrava,e uma nova chibatada.








-Carolina!!








-Ela gemeu de novo!








-e ela vai continuar gemendo!Agora,saia de perto da escrava!!








Disse isso e me virei,indo em direção da escrava suspença,para solta-la.








Não satisfeita,Carolina fez os dedos em forma de alicate,desferindo um forte beliscão no mamilo da pobre escrava,que,não suportando a dor,soltou um novo gemido.








-Carolinaaaaaaaaaaaa!!








Ela veio em minha direção,com seus passos rapidos.








-Então meu Dom?Posso acompanha-lo na festa?








-Tudo bem...pode...








Carolina soltou um gritinho agudo,deu alguns pulinhos batendo palmas,segurou meu rosto e beijou minha boca.








-Obrigada,obrigada meu Dom!!!Permissão para sair...








-Pode sair...








Ela se voltou e começou a andar em direção a porta.Quando passava diante da escrava,fez intenção de agredila com a chibata,onde eu a impedi gritando;








-Não!!Não bata na escrava!!








Ela bufou,fez uma cara de criança contrariada,e saiu,pisando duro.








Ja havia soltado a corda do teto que suspendia o corpo da escrava,e agora,soltava as cordas que amarravam seus braços e pulsos,quando,novamente,escuto passos vindos do corredor.








Eram saltos tambem,mas,dessa vez,eram passos lentos,firmes,passos de quem colocava um pé diante do outro para caminhar.








Eu quase podia ver o movimento daquelas coxas,raspando uma na outra,o rebolar das nádegas,das ancas...








Alezandra!!








Ela parou na porta do nicho,trazia um escravo semi-nu na coleira.








-Posso entrar meu Dom?








-Sim,claro...








Alezandra entrou,com os ecravo andando de quatro ao seu lado.Ela parou em frente a escrava da maquina.








-Vim saber se o meu Dom ja tem companhia para a festa de sabado...








Nisso,a escrava solta um pequeno gemido,causado por mais um orgasmo.








-Ah,ah!!- intervi-Voce não vai bater nela!!








Alezandra manteve seus olhos azuis fixos em mim.








-Por que eu bateria nela,meu Dom?








-Por que...por que ela esta gemendo...-respondi,meio constrangido-








Com um gesto meio irônico,ela ficou observando a maquina e seu movimento.








-Mas ela esta no castigo meu Dom,natural que fique gemendo...







Me senti um tanto idiota com aquela situação,mas,fazer o que?







Ela começou a passar a ponta do dedo indicador no rosto da escrava,como se estivesse desenhando algo ali,e perguntou;







-Meu Dom não respondeu...o senhor ja tem companhia para a festa de sabado?







Eu ainda soltava os nós que prendiam os braços da escrava suspença.







-Bem- comecei-na verdade,sim,se voce tivesse chegado cinco minutos antes...







-Posso perguntar ao meu Dom,quem é vossa companhia?







-Carolina!







Quase senti o chão tremer sob meus pés!Eu pude ver faiscas saindo dos olhos de Alezandra!







Ela parou de "desenhar" no rosto da escrava,e ficou olhando para mim,calada.







Alezandra tinha as pernas entreabertas,pois,o escravo abraçava e encostava o rosto em sua coxa,mantendo o olhar para o chão.







-Esse cara tem que ficar agarrado na sua perna?-perguntei-







-Meu Dom nunca se o opoz ao fato de eu passear com meus escravos!?







-Sim,mas,ele tem que ficar assim,agarrado a sua perna?







Alezandra soltou a correia da coleira,e deu a ordem;







-Passa!!Deita no canto!!







Mais do que rapido,o escravo se movimentou para o canto da parede,e deitou-se no chão,cruzando os braços e pousando o queixo sobre eles,lembrando muito a figura de um cão deitado.







-Feliz agora,meu Dom?







-Sim.







Ela se aproximou de mim,com seus passos lentos.







-Então- começou-perdi meu tempo vindo aqui...







-Parece que sim.







-Uhmm...mas,acidentes acontecem...ela pode quebrar uma perna,ou coisa parecida...







-Voce não vai quebrar a perna de Carolina!







-Eu??Não meu Dom,imagine...







-E tambem não vai mandar ninguem fazer isso!







Eu sabia quando Alezandra estava furiosa!Ela serrava o olhar e apertava os lábios!







Foi justamente o que ela fez!







-Pois bem...então,irei sozinha a festa,se o meu Dom permitir.Permissão para sair,meu Dom.







-Pode ir...







-Vem!-disse Alezandra ao escravo,que,de imediato,se levantou e veio andando de quatro,se agarrando novamente á sua coxa.







Não achei justo aquilo!Eu amava Alezandra tambem!







Ela ja se aproximava da porta,quando eu chamei sua atenção;







-Alezandra!







-Sim ,meu Dom?-disse ela se voltando -







-Quero que esteja linda para ir comigo á festa!Entendeu?







Ela largou a correia,veio em minha direção,agarrou um tufo de meus cabelos,e me beijou na boca!







Eu adorava os beijos de Alezandra!Sua lingua entrava em minha boca,e explorava cada canto dela,quase tocando minha goela!







-Obrigada meu Dom!!-disse ela,com um brilho nos olhos-







Ela se voltou,soltando uma gargalhada,e,á passos mais rapidos,foi em direção da porta.







Quando passou pela escrava da maquina,ergueu a mão direita,e desferio um violento tapa em seu rosto.







-Não bata na escrava!!Maldição!!-berrei-







Ela saiu rapido,sem olhar para traz.







Terminei de soltar a escrava suspença,mandeia para o banho.







Fui para a escrava presa ao madeiro.







Fiquei atraz dela,massageando seu corpo,seus seios,ela inclinou as nádegas,ficando em posição para que eu a penetra-se,e eu o fiz.







Eu penetrei sua vagina com força,e soquei,soquei com vigor,enquanto tocava seus seios e seu corpo.







Em poucos momentos,ela soltou um longo gemido,e a sua vagina ficou ainda mais quente e molhada.







Foi um orgasmo multiplo!Afinal de contas,faziam horas que ela esperava por isso!







Ela soltou o corpo,meio desfalecida.







Eu a retirei do madeiro,carreguei-a nos braços ate a banheira,e a banhei.







Quando vi que se recuperava,deixei-a terminando sozinha.







Tinha agora que cuidar da escrava da maquina.







Ser Dom dava um trabalhão!Preferia o tempo em que libertava as escravas!







Desliguei a maquina,a afastei do corpo da escrava,e ,começava a soltar as correias que a prendiam,quando ouvi novos passos no corredor.







Que coisa!Hoje era dia das visitas!







Dessa vez,eram passos firmes,duros,passos masculinos,provocados por coturnos militares!







Era Lorde Albanum,o lorde do olho de vidro.







Ele parou diante da porta,com aqule seu avental de borracha preta,incardido de sangue.







-Kabalta,posso falar com voce?-perguntou-







-Claro meu lorde,pensei que eu deveria pedir permissão para ouvilo?!-disse sorrindo-







Ele entrou,ficando ao meu lado,enquanto eu soltava a escrava.







-Vim falar com voce sobre uma escrava.







-Olhe lorde,eu não liberto mais escravas...desta vez não fui eu...-respondi sorrindo-







-Não,não é isso...é que,bem...eu tenho uma escrava,Alva,e,bom...







-Sim?







-Bem,ja faz um tempo que não a trato como escrava,tenho lhe dado alguns privilegios...e,bem,voce tem um jeito todo especial com as mulheres...







-Não acredito!Meu lorde esta amando a sua sub?







-Bem...acho que sim...gostaria que voce me desse algumas dicas...sabe?







-Lorde,veja bem,as mulheres são como flores...nos devemos cuidar bem delas,entende?







-Uhm...







-Devemos colocalas no sol,afastar as ervas daninhas,aguálas nem de mais nem de menos...







-Aguálas??Pensei que não gostassem de água!?Elas sempre reclamam quando as coloco na roda do moinho,dizem que perdem o fôlego!







Fiquei olhando para Albanum,meio boquiaberto,sem acreditar no que tinha ouvido...







-O que foi?-perguntou ele-







-Nada lorde,nada,uhm,veja bem,o que voce quer?







-Bem,na verdade,eu quero me unir a ela...







-Muito bem,faça isso,va ao conselho,pessa permissão ao mestre superior,arrume um vestido lindo para ela,e a leve á festa do sabado!É um bom começo!







-Mas é claro!Por que não pensei nisso antes?Claro!!







-Que bom que gostou lorde...







Ele olhou para a escrava,viu as marcas de chibata e o vermelhão no rosto dela,e disse;







Voce mudou mesmo Kabalta...alem de castigar,ainda bate nelas agora...muito obrigado meu amigo!-disse ele com um sorriso nos lábios,dando meia volta e saindo-







Mal teve tempo de ouvir eu dizendo;







-Mas eu não bati nela!!??







A escrava me olhava de lado.







-Eu dei permissão para voce olhar para mim??-berrei-







Ela soltou um gemidinho,e fechou os olhos.







Terminei de solta-la,beijei sua boca com ardor,dei um tapa em sua bunda e a mandei para o banho.






Chega a noite tão esperada!






O salão principal estava enfeitado com muitas flores,cortinados decorados,tapeçarias coloridas com motivos vitorianos.






Os grandes lustres de bronze estavam com todas as velas acesas.






Incensos queimavam em grandes piras com areia,infestando o local com um perfume exótico.






Mesas redondas,cobertas com toalhas de linho branco,cada qual com um arranjo de flores no centro,rodeadas por cadeiras forradas de veludo vermelho.






No extremo do salão,os sete tronos ,sendo o central do mestre superior,e os demais, dos conselheiros.






Á direita dos tronos,um grupo de músicos tocavam obras em estilo medieval,junto deles,um grupo de coral,que as vezes os acompanhava.






Varias mesas ja estavam ocupadas,pelos dons,lordes,dommes .






Na entrada principal,um vassalo do conselho,portando um pesado cajado,anunciava a chegada dos convidados.






Ele dava tres pancadas no chão,com força,de modo que o barulho ecoa-se pelo salão,chamando a atenção dos demais,e anunciava;






-"Dom Julius e Domme Luciana".






Os casais iam chegando,de braços dados,alguns,de mãos dadas.






Bem,eu havia tomado a minha lição!Não libertava mais escravas,mas,isso não queria dizer que continuava avesso ás normas de conduta!






Os dons tinham varias escravas,subs e companheiras.E todos tinham o direito de escolher uma para ser sua companhia na festa.






Bem,para não perder a fama,resolvi enovar de novo...






O vassalo deu tres pancadas,muitos olharam na direção da porta,e ele anunciou;






-"Dom Kabalta,Domme Alezandra e Domme Carolina"!






Por pura coincidência,bem no momento em que entrava de braços dados com Alezandra e Carolina,o grupo de músicos começou a tocar uma obra mais alegre,mais alta,repleta de violinos.






Muitos lordes quiseram morrer quando me viram entrando com aquelas duas beldades,uma de cada lado.






Cumprimentos,troca de sorrisos...






Alezandra estava linda,em um vestido longo, preto,brilhante,colado no corpo.






Havia feito um coke,que quase batia nos lustres de tão alto.






Os ombros estavam á mostra,e luvas de cano longo completavam seu visual.






Carolina estava com os cabelos soltos,usava um vestido de veludo bege,rodado,bem a moda do século 19.






Tinha um corpete de veludo marrom,que acentuava sua cintura ao maximo,e os ombros á mostra tambem.






Bem,eu,largado como sempre,me contentei em usar um casaco preto de gola alta com babados nos punhos.






Nunca gostei muito desse tipo de frescura,mas,a ocasião pedia...






Aos poucos,o salão foi sendo tomado pelos convidados.






O som das vozes começava a se sobrepor á musica,por isso,o maestro ordenára que os músicos tocassem mais alto.






O mestre superior e os conselheiros ja estavam sentados nos tronos,e se serviam das iguarias trazidas em bandejas de prata pelos vassalos.






Passada quase uma hora,o vassalo da porta começou a dar pancadas no chão,em numero que superavam tres.






Ele dava sete pancadas.






Ao ouvir a quinta pancada,o maéstro deu ordem de parar a música.






O vassalo anunciou;





-Vossa majestade,representante do imperio,dona de dons e dommes,rainha Luzia!





Todo o salão se voltou para a porta de entrada,nos curvamos se apoiando sobre o joelho direito com nossas cabeças baixas.





Os musicos iniciaram uma obra de Vivaldi,enquanto um andor carregado por seis escravos do imperio,entrava,trazendo sobre ele,o trono ,onde se via sentada a rainha.





Me atrevi a erguer o olhar para o mestre superior.Ele entendeu o que eu pedia,e,com um sinal da mão,me permitio se levantar e se aproximar do andor,que ja era abaixado pelos escravos.





Coloquei-me ao lado do andor,sem conseguir conter minhas lágrimas.





A rainha se levantou,fiz uma reverência e estendi-lhe minha mão direita,para ajuda-la a descer.





Ela veio em minha direção,olhando-me nos olhos.





As lágrimas se transformavam em um choro,choro de filho que revia a mãe,pois,para mim,era isso que Luzia representava.





Ela colocou a mão em meu rosto,com carinho,me olhou nos olhos,seus olhos tambem marejavam.





-Meu menino.-disse ela ,segurando meu rosto-





-Minha rainha...-respondi,com voz trêmula-





-Soube que andou sendo levado,fazendo coisas ruins para seus irmãos e irmãs,mas,soube tambem que se redimiu...





-Sim,minha rainha...





Luzia deveria estar beirando os setenta e poucos anos,mas,continuava bela como antes.





Ela me deu o braço,e começamos a caminhar ,em direção aos tronos.





-A senhora continua bela como antes...- sussurrei em seu ouvido-





-E o seu pênis parece ter aumentado de tamanho...-respondeu ela sorrindo e ascenando para os convidados.





De uma forma sutil ela me chamava a atenção,pois,eu vivia excitado.





O mestre superior deu seu lugar no trono para a rainha,ficando de pé a sua direita.





Passado o purpurri da chegada da rainha,voltamos a nos confraternisar.





Em dado momento,o vassalo da porta deu tres pancadas com o cajado.





Nos voltamos para a porta,e ele anunciou;





-"Lorde Albanum e sua sub, Alva"!





Mais uma linda coincidência!O coral começava a cantar junto com os musicos,uma obra que lembrava anjos cantando!





Albanum estava usando uma roupa caqui,botas ate o joelho,túnica caqui,gola alta,com babados nos punhos,e,para a surpresa de todos,no lugar do olho de vidro,trazia um tapa olho de couro preto.





Ja Alva,bem,ele havia lhe dado um vestido do mais pura seda chinesa.Leve,brando,que fazia jus a sua cintura,e ia se abrindo,caindo,como um vestido de noiva.





As escravas haviam feito uma auréola de flores silvestres para a sua cabeça,e,pontearam seus longos cabelos com o mesmo tipo de flores.





Ela estava linda!





Albanum a trazia pela mão.Ela se sentia um pouco constrangida,pois,estava abituada a andar sempre um passo atraz do seu dono,e agora,caminhava ao lado dele.





É esse tipo de coisa que sempre me fez ser apaixonado pelas mulheres!





A beleza conquistada por rainha Luzia,e o tipo de beleza natural,como a de Alva!





Comemos,bebemos,dançamos,para mim,estava tudo bem!Mal sabia que uma pequena guerra poderia começar a qualquer momento!





Dava atenção a alguns dons,enquanto Alezandra e Carolina estavam de pé,cada qual com um leque na mão,em um canto do salão.





-Meu Dom esta constrangido!-disse Carolina-





-Por que, cadela?-perguntou Alezandra,olhando o movimento-





-Ele não precisava ter trazido voce como contra peso...





-Olha cadela,eu sei que voce esta usando uma sandália aberta por baixo desse vestido ridículo,não sei se notou,mas,estou com meu salto 20, agulha, de aço...





-E dai??





-Dai que,por acidente,eu posso atravessar o seu pézinho com ele...





-Não se atreveria!!- disse Carolina,incrédola-





-Então-disse Alezandra,olhando fixo para Carolina-por favor,me provoque!!





Carolina bufou,abrio o leque e saiu anadando rapido,para longe de Alezandra.





perto das vinte e duas horas,Barccelos e sua sub entraram no salão.





O mestre superior realizou a cerimônia de união dos dois,com a benção da rainha .





Após Barccelos colocar a colerira de ouro em sua mulher e beija-la,o mestre disse;





-Bem,com a permissão de nossa rainha,e o consentimento do casal,eu irei aproveitar o momento,para realizar mais uma cerimônia!





Todos se entreolharam.





-Albanum.-chamou o mestre-





Albanum se aproximou,trazendo Alva pela mão,e parou de fronte ao mestre.





-Muito bem Albanum-disse o mestre-faça as honras...





Alva não tinha ideia do que estava acontecendo.





Albanum colocou-se de frente para Alva,segurou suas mãos,e disse;





-Alva,voce vai ser minha mulher!!





Alva soluçou,soltou algimas lágrimas ,e respondeu;





-Sim,claro que aceito ,meu senhor!!





Impressionante!Albanum fez tudo certo,mas,na hora "H",ao invez de pedir Alva em casamento,ele ordenou isso...





Albanum tinha alguns poucos defeitos,um deles,era começar a rir de forma descontrolada,quando estava nervoso.Que coisa...





Passado algum tempo,alguns convidados começaram a se retirar.





Eu fiz o mesmo com Alezandra e Carolina.





Voltamos para o nicho,fomos para a cama.





Entramos noite a dentro fazendo amor.





Perto das cinco da manhã,desmaiamos de exaustão.





Passadas algumas horas,acordei.





Carolina,a minha direita,com braços e pernas abertas,sobre mim,dormia profundamente.





Alezandra,á minha esquerda,deitada de lado,com uma perna e um braço sobre mim,tambem dormia.





Ali,naquele momento,elas não eram duas dominadoras de homens,mulheres fortes,com um poder tremendo de sedução!





Eram duas meninas,duas meninas lindas,que dormiam serenamente!





Eu me ajeitei,elas deitaram suas cabeças em meus ombros,e eu as abracei.





Fiquei pensando em como eu amava aquelas duas meninas,e peguei no sono de novo...





























domingo, 25 de janeiro de 2009

"A INFLUÊNCIA DE LORDE MALEVOLON".











Bem,eu mesmo não a vi entrar na masmorra.




Tambem,não teria como,enfiado em meu nicho,cuidando de minhas escravas.




Mas,o proprio mestre superior ,não entendeu quando ela disse que havia "pago muito bem para estar ali"!




-Pagou?-perguntou o mestre superior,a jovem arrogante de classe media alta que estava a sua frente-




-Sim!-respondeu ela-paguei,e paguei muito bem!




-Estranho-respondeu o mestre-normalmente,os escravos e escravas nada pagam para entrar aqui...




-Tens certeza de onde estas,minha jovem?




-Bem...aqui é um "clube sadomazoquista",ou,sociedade,não sei...




O mestre e os conselheiros se entreolharam.




-Clube?-perguntou o mestre-




-Olha meu senhor,ocorre o seguinte;eu paguei para estar aqui,vim aqui para sentir o prazer de ser uma escrava,de estar nas mãos de um daqueles homens rudes,misteriosos,que usam couro preto!Quero me sentir possuida,quero sentir prazer,entendeu?




-Sabes que só saira daqui,com a minha permissão?-perguntou o mestre-




-Ah,ah,ah...bem,se isso faz parte da "fantasia",eu aceito...como é?Já vou ser amarrada?




-Fantasia-disse o mestre-Entendo...




-Conselheiro,qual o proximo nome da lista de dominadores?




Um conselheiro abrio um rolo com um papiro.




-A sequencia diz ,meu senhor,que ela deve ser entregue a Domme Estella!




-Hum...farei algo diferente...vassalo!-ordenou o mestre-Levai-a ao nicho de Lorde malevolon,e entregaia a Dom Kabalta!




-Dizei a ele para se inspirar em Lorde Malevolon!!




Mais que depressa,o vassalo pegou a jovem pelo braço,retirando-a do salão.




-Hei!Para onde esta me levando?Esta me machucando...-protestou a moça-




O vassalo a arrastou pelo braço,passando pelos corredores da masmorra.




A medida em que ela passava pelos nichos,e via a situação das escravas e escravos,um pequeno sentimento de arrependimento começou a tomar conta de seu coração.




Ao chegarem ao meu nicho,o vassalo se apresentou,e repassou as ordens do mestre superior;




-Meu Dom,o mestre voz envia esta nova escrava,e manda dizer-lhe,que devez se inspirar em Lorde Malevolon,para "trabalha-la".




-Deixai-a ai...-ordenei-




-Olha,eu preciso falar uma coisa...-começou a jovem,sendo interrompida pelo vassalo-




-Calate!!Estas diante do teu senhor!!Só falaras agora com permissão dele!!Cadela!!




Eu adorava quando os vassalos "subiam nos tamancos"!O que importa,é que ela acatára a ordem,ficando calada.




Ele fez uma reverência,deu meia volta e se foi.




Ela ficou ali,parada na entrada do nicho,em silêncio.




Eu fui ate os degraus que levavam ao meu trono,parei diante deles,olhei para cima,e fitei a máscara de Lorde Malevolon,que estava sobre o trono em um pedestal.




Senti um calafrio percorrer o meu corpo,e uma estranha sensação de força,de poder,se apoderar de minha alma.




Senti uma leve dor em meus olhos e nas costas,mas,nenhum sangramento.




Peguei uma chibata sobre a bancada,voltei-me para a jovem,e comecei a andar em volta dela,apreciando suas formas,sentindo seu perfume.




Ela segurava a bolsa com as duas mãos,tinha um olhar inseguro,parecia tremer um pouco.




Eu parei em frente á ela,olhei em seus olhos,e ordenei;




-Tire suas roupas,e suba naquele tablado...




-Mas...como assim?Tirar a roupa?Voce quer dizer,tirar toda a roupa??




-Tire a roupa e suba naquele tablado!!-ordenei de novo,com mais energía-




-Olha cara,eu só quero avisar que eu paguei para estar aqui,e não vou admitir...




Antes que ela termina-se a fraze,eu lhe desferi um violento tapa no rosto.




O corpo dela girou no ar,sua bolsa se soltou das mãos,caindo em canto do nicho.




Ela caiu no chão,começando a chorar.




Eu fui ate ela,me abaixei,peguei-a pelos cabelos,e a fiz ficar de pé.




-Eu disse,tire a maldita roupa,e suba no maldito tablado,agora!!-Disse isso,e a empurrei em direção ao pequeno tablado de madeira-




Ela foi ,tentando segurar uma nova queda com seus passos.




Suas mãos tremiam,ela chorava,muco nasal escorria por suas narinas.




Ela tirou a roupa,ficando apenas de calcinha,e cobrindo os seios com as mãos.




-Voce é surda?Voce sofre de algum tipo de deficiência??Eu disse,toda a roupa,e,toda roupa,inclui tambem a calcinha!!




Berrei isso em seus ouvidos,enquanto arrancava sua calcinha,rasgandoa toda.




Ela tremeu e chorou mais ainda,colocando agora,a mão em frente ao púbis.




-Suba no tablado!!-berrei, ordenando-




Ela deu um passo trêmulo,em direção ao tablado.




-Suba rapido!!-berrei,dando uma chibatada em suas pernas-




Ela soltou um grito,chorando e tremendo ainda mais.




-Por favor...não me bata...não me machuque...




-Calada!!- berrei,desferindo nova chibatada-




Ela se curvou,chorando.Eu me aproximeu,agarrei seu cabelo,apertando firme o chumaço em minhas mãos.




Virei o rosto dela na direção do meu,e disse;




-Olhe para cadela,olhe bem para mim,vê este rosto?Vê?Pois sera este rosto que voce ira ver de agora em diante,no seu dia a dia,nos seus sonhos,nos seus pesadelos,entendeu??




-S...sim...




-Responda,"sim senhor"!!




-Sim,senhor...




-Sabe quem sou eu,lixo humano??




-Não...não senhor...-respondeu soluçando e chorando-




-Eu sou Dom Kabalta,sou o Dom maldito,mensageiro das trevas,eu tudo sei,tudo vejo,e agora,sou teu dono e senhor,dono da tua alma,compreendes??




-Sim...senhor...




-Sim,meu senhor e meu Dom!!




-Sim...meu senhor...e meu Dom...




-Voce não tem mais vontade,não tem mais direitos,não tem mais opção,voce é nada,voce representa nada,voce é lixo,entendeu??Voce é algo que me pertence,nada mais que isso!!




-Sim...meu senhor...meu Dom...




-De joelhos!!-ordenei,soltando seu cabelo com violência,causando dor.-




Ela caiu de joelhos,chorando.




-Mãos ás costas!- ordenei-




Ela colocou as mãos ás costas,ainda tremia e chorava-




Amarrei suas mãos,seus cotuvelos,seus braços,transpassando a corda pela frente,passando-as sob e sobre os seios.




Amarrei uma corda em sua cintura,e a prendi a uma carretilha no teto.




Puxei essa corda,obrigando-a a ficar de pé.




Amarrei seus tornozelos,seus joelhos,suas coxas.




Peguei um punhado de estopa encardida e enfiei em sua boca,colocando em seguida,uma mordaça de couro,muito bem apertada.




Prendi mais uma corda do teto na corda que amarrava seus pulsos,e a puxei,fazendo-a ficar com os braços suspenços para traz e para cima.




Isto fez com que ela inclina-se um pouco o corpo para frente.




Para concluir,apoiei a sola de seus pés em duas pequenas bolas de madeira,que,com o passar das horas,causariam uma dor lacerante e incômoda!!




Parei de frente a ela,e contemplei o meu trabalho!Obra de arte!!




Eu me aproximei dela,e ao mesmo tempo que chegava minha boca perto de seu ouvido,introduzia dois dedos da mão entre as suas nádegas,ate alcançar sua vagina,e comecei a massagea-la,dizendo;




-Agora,voce vai ficar ai,ate eu voltar...mas,não vou deixa-la sozinha...




Fui ate perto do trono,e sem procurar muito,peguei uma das aranhas caranguejeiras que se escondiam por ali,e voltei para o tablado.




Eu exibi a aranha diante de seus olhos.




Seu olhar expressou terror e pânico,ao mesmo tempo em que ela gemeu e se contorceu freneticamente.




-Vou deixa-la com voce-disse,colocando a enorme aranha em seu ombro-se voce não fizer movimentos bruscos,ela simplesmente ira "passear por voce".




Ela ficou imovel,paralizada,emitindo pequenos gemidos.




Sai e a deixei la,por horas e horas.




Retornei,mudei a posição das amarras e do castigo.




Na hora certa,dei de comer e de beber,na boca.




No terceiro dia,eu a havia amarrado sobre uma cadeira genicológica.




A partir dali,eu começaria a tocá-la.




Primeiro eu a masturbei.Mas algumas horas depois,voltei,e comecei a passar a ponta da lingua em sua vagina,devagar.




Soltei suas pernas dos apoios da cadeira,e as amarrei juntas,suspendendo-as.




Introduzi um consolo duplo,penetrando sua vagina e seu ânus.




Coloquei ventosas em seus mâmilos,para que ficassem sendo sugados.




Na noite do quinto dia ,eu a penetrei pela primeira vez.




Eu a possui,com gana,com ardor,com odio,com amor.




Na semana seguinte,eu a deixei presa em uma coleira com corrente,como á uma cadela,com uma vasilha dágua e outra de comida no chão ao seu lado.




No final do sexto dia da terceira semana,eu a coloquei em uma jaula,apenas com algemas.




Quando me voltava,ouvi que soluçava e chorava.




-O que houve?O que tens?




-Não sou digina de ti,meu senhor e meu Dom,mas,posso voz fazer uma pergunta?




-Fazei!




-Meu senhor e meu Dom,não vai me possuir hoje?Acaso ,não serei mais digna de te servir,meu senhor?




Era tudo o que eu precisava ouvir...




-Não!Hoje eu terei outra escrava!!Ficai ai!!




Ela chorou.Chorou copiosamente.




Estava pronta...




No dia seguinte,ordenei a um vassalo,que fosse ao conselho,pedir,para que eu fosse recebido la.




Na tarde do mesmo dia,peguei minha nova escrava,a preparei,e fomos para a sala do conselho.




Eu entrei,a puxando por uma corrente,presa a uma coleira em seu pescoço.




Eu havia lhe colocado uma máscara de couro ,que cobria todo o seu rosto,deixando apenas o nariz de fora.




Tapei uma de suas narinas com algodão e fita adesiva,e coloquei um tubo com uma pequena valvula de registro,na outra narina,onde,eu controlava o ar que ela podia respirar.




Eu me aproximei do trono do mestre superior e dos conselheiros,fiz com que ela fica-se de joelhos,e me coloquei a mim mesmo de joelhos,me apresentando.




-Meu mestre,meu senhor...




-Vejo que trazes uma nova escrava para nos apresentar,Dom Kabalta.-disse o mestre-




-Sim,meu mestre e senhor...




-Hum...vejo que controlas ate o ar que ela respira...




-Sim,meu mestre e senhor...




-Pois bem,apresentai-a,a mim e a este conselho.




Eu me levantei,e a coloquei de pé.




Retirei a máscara de couro,deixando á mostra o seu rosto,usando uma mordaça de bola.




Eu me voltei para o trono,fazendo uma pequena reverência.




-Ei-a,meu mestre e senhor.




O mestre superior se levantou,desceu os sete degraus ate onde estavamos,e andou ao redor da escrava,admirando-a.




-Hum...não parece em nada a arrogante criatura que esteve aqui a algumas semanas atraz...




Eu já a havia orientado em como se comportar diante do conselho,por isso,ela ficou imovel,olhando fixo para frente.




-Pagaste por algo que outras pessoas conseguem de graça-disse o mestre-Mas isso,não é problema meu...conseguistes o que queria,e agora,és uma escrava,e só sairas daqui,com a minha permissão!




Após isso,voltei para o nicho.Tirei a mordaça e as amarras,mandei que coloca-se uma sandália,pois,não queria uma escrava doente por ali.




-Agora,vai,de água as escravas que estão no castigo,limpe o nicho,arrume tudo,e se prepare,pois,a noite,tu iras me servir...




Sem emitir um único som,ela fez uma reverência,deu meia volta,e foi cumprir suas ordens.




Fui para perto do trono,contemplei a máscara de Lorde Malevolon.




Estranho...ate então,eu nunca havia sido violento com nenhuma escrava...




sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

O representante do imperio - A volta dos poderes infernáis-







Haviam-se varios mêses desde a restituição do meu título de Dom.




Desde então,o alto conselho me enviava escravas periodicamente.




De uma certa forma,eles me mandavam escravas ate demais!




Houve dias em que tive que mandar escravas para outros irmãos,pois,não tinha como "trabalhar"todas ao mesmo tempo!




Com o passar dos mêses,a amizade e consideração dos Dons,Lordes,Dommes,fora voltando aos poucos.




Eu estava em meu novo nicho,que havia pertencido a Lorde Malevolon.




Bem,eu me utilizei do nicho,mas,a máscara,eu a coloquei em um pedestal,sobre o trono.




Era por demais pesada e desconfortavel de se usar.




Eu estava tentando soltar uma escrava de seu castigo.Ja fazia quase um dia que a pobre infeliz estava amarrada de pé,com os braços suspensos para traz,usando uma mordaça de bola com fucinheira.




Estava tendo um pouco de trabalho para desfazer os nós!




Dom Helias a havia amarrado para mim,com os seus nós chineses!




-É facil desfaze-los- disse ele para mim-é só começar ao contrario!




Eu deveria fazer ao contrario aquele topete de rock á billy que ele usava,isso sim!




Malditos nós chineses!Quase trinta minutos ali,e só havia conseguido soltar um braço da mulher!




Enquanto puxava os nós e pontas da corda,ouvi o som de trombetas tocando.




Engraçado!As trombetas eram tocadas somente quando havia a visita de pessoas ilústres á




masmorra!O alto conselho não nos havia avisado sobre a visita de ninguem!




Continuei minha luta com os nós,quando reparei que a escrava me olhava com um ar de;"esta dificil ai?"




-Dei permissão para voce me olhar?Feche os olhos,já!!




Ela soltou um gemidinho,ao mesmo tempo em que fechava os olhos.




De meu lado,segureime para não sorrir.




Mais alguns minutos,e mais um braço solto!




-Vou matar voce ,Helias!




Nisso,ouvi batidas em minha porta,era um vassalo do alto conselho,que entrava de cabeça baixa;




-Permissão para...




-Pode falar,pode falar!- disse,interrompendo o cuitado -




-Meu Dom,o alto conselho convoca a todos para que se dirijam ao salão mór,usando seus trajes de gala!Deve ser rapido senhor,pois,as portas serão fechadas,e os atrasados não poderão entrar!




-Sim,eu não vou me atrasar!Pode ir agora!




-Com a sua permissão,meu Dom!




Ele disse isso,deu alguns passos de costas,virou-se e saio.




Traje de gala?Quem seria essa visita tão ilústre e inesperada?




Bem!Se eu ficasse ali tentando desatar os benditos nós,só chegaria á convocação no dia seguinte!




Deixar a pobre coitada ali,tambem não podia!




Pensei um pouco,e tive uma ideia!




-Abra os olhos!- ordenei á escrava-




Um gemidinho,olhos abertos.




-Voce foi muito atrevida,olhando para mim sem eu mandar!Pois bem!Vou dar-lhe outro castigo agora!




-Voce ira acabar de se soltar,e ira fazer uma faxina aqui no nicho,entendeu?




Um gemido,movimentos de "sim" com a cabeça.




Quero que deixe tudo em ordem,e,tome um banho tambem,voce cheira a suór!




Mais um gemido,confirmando.




-Otimo!tenho que sair agora!




Disse isso e sai.Assim que me virei,a pobre infeliz começou a tatear os nós com a mão,tentando se soltar.




Tive que ir ate o meu antigo nicho,para pegar meu traje de gala.




Devido a isso,eu demorei um pouco mais do que deveria!O maldito vassalo não havia dito que o tempo era curto por demais!




Eu acabava de me vestir,quando ouvi o som de passos que vinham correndo pelo corredor.



Era Lorde Albanum,o Lorde do olho de vidro!



Impressionante como havia ficado meu amigo,após a restituição de título!



-Kabalta!-gritou ele ofegante,parando na porta -



- O que houve ,lorde?



-Venha,rapido!O representante do imperio esta aqui,e esta julgando Carolina e Alezandra!!



-O que?Como??



-Venha!!Não temos tempo!As portas serão fechadas!Venha!!



Sai correndo junto com lorde Albanum,em direção á sala do conselho.



Representante do imperio!Então,era isso que as trombetas estavam anunciando!



Um representante do imperio era o mesmo que um inquisitor!



Mas,por que julgar Carolina e Alezandra??



Albanum me dera a resposta,sem eu perguntar.



-Ele as esta julgando,por terem se entregado a voce!!



-Como se entregado a mim??Eu as tomei a força!!Isso é injusto!!



-Por isso ,temos que chegar logo!!-respondeu Albanum-



Estavamos proximos á sala do conselho,quando começamos a ouvir o ranger das pesadas portas se fechando.



Quatro guardas imperiais,munidos de lanças,estavam diante da porta.



-Esperem!-gritei-Tenho que entrar ai!Esse julgamento é um erro!!



-Alto!-disse um deles,apontando a lança-



-Temos ordens para não deixar mais ninguem entrar!!



-Não entende?Elas são inocentes!!



-Não te aproximas,ou seras morto!!-respondeu o guarda-



Corri para perto das dobradiças da porta!Pela fresta que havia entre a porta e a parede,pude ver o representante do imperio,em sua farda negra de couro ,cheia de correntes e rebites de prata.



Os membros do alto conselho,estavam sentados em seus tronos.



Carolina e Alezandra,ja estavam nas mãos dos auxiliares do representante.



Carolina,sendo amarrada com grossas cordas,amordaçada com uma tira de couro,e sendo dependurada de ponta cabeça.



Alezandra,teve seu corpo enrolado em tiras grossas de couro,qua a apertavam,tirando o seu fôlego!



A mesma tira,servia-lhe de mordaça,apertando seu rosto com tamanha força,que quase deslocava sua madíbola!



Ela mal conseguia respirar!Seus pulmões não conseguiam se inflar,devido o aperto das tiras!



-Muito bem!- começou o representante-cada qual ficara no castigo,ate o amanhecer!Se suportarem,ou,aquela que suportar,sera levada para o imperio,transformada em escrava,e sera entregue aos senhores da clave!



Loucura!Nenhuma das duas suportaria o castigo ate o amanhecer!



Transformadas em escravas?Entregue aos senhores da clave?



Seriam torturadas e estupradas ate a morte!!



-Não!-exclamei- Escravas,não!!



-Kabalta- disse Albanum,me segurando nos braços- não podemos fazer nada!!



-Elas vão morrer,não entende??



-Nós não podemos fazer nada!!



-Não!!



Comecei a sentir uma dor horrivel nos olhos,por isso os fechei.



-Kabalta!!



-Não!!



-Kabalta!!- insistio Albanum,me sacudindo-



-Seus olhos...estão sangrando!



Passei as mãos nos olhos,olhei para elas,e as vi,manchadas de sangue.



De imediato,me virei,para não olhar para Albanum.



Ele olhou para as minhas costas,e viu uma enorme mancha em minha túnica.



-Suas costas...estão sangrando tambem!!



Comecei a sentir um calor insuportavel tomar conta de meu corpo.



O chão começou a tremer.Os guardas se entreolhavam,sem saber o que acontecia.



-Lorde!-disse-Vai,afastate daqui,salva tua vida!!



Albanum obedeceu,se afastando e ficando em uma esquina do corredor.



Com os olhos fechados,eu me aproximei dos guardas.



-Alto,ja disse,ou morreras!!



-Abri a porta,deixai que eu entre!!



O guarda rio.



-Quem sois vós,para dar uma ordem,a um guarda imperial??



-Sou Dom kabalta,e vos ordeno,abri a porta,e deixaime entrar!!



Ele rio de novo.



-Um reles Dom se atreve a me dar uma ordem?Pois sim!Vou empalalo em minha lança,Dom!!



Quando o guarda virou a ponta da lança em minha direção,eu abri os olhos.



-Que assim seja!!



Aqueles que estavam dentro do salão,começaram a ouvir os gritos pavorosos,daqueles que estavam perdendo suas almas!



Eram gritos horripilantes,que ecoavam pelos corredores da masmorra!



Albanum tapou os ouvidos,e fechou os olhos.



O mestre superior ja havia ouvido aqueles gritos antes,por isso,po-se de pé exclamando;



-Kabalta!!



-Mas ,o que é isso?O que acontece la fora?-perguntou o representante-



Logo,uma enorme poça de sangue se fez por de baixo da porta,invadindo o piso do salão.



-Fechai vossos olhos !- ordenou o mestre superior aos conselheiros ao seu lado-



Brutais pancadas nas pesadas portas de carvalho negro,começaram a ser ouvidas.



Os guardas que estavam la dentro,ficaram em posição de combate,em frente ao representante.



Mais uma pancada,e as duas portas de carvalho vieram ao chão,causando um enorme estrondo!



Eu entrei,passando sobre a poça de sangue!Atraz de mim,apenas corpos deformados,carne dilacerada,no chão.



Entrei,e parei a poucos metros dos guardas.



-Quem sois vós,que se atreve a entrar aqui,sem ser convocado?-perguntou o representante-



-Soltai as mulheres,elas são inocentes!!



-Como te atreves,a dar uma ordem,a um representante imperial??Quem és tu?



-Sou Dom kabalta,e repito,soltai-as,pois são inocentes!!



-Kabalta?O Dom maldito??Por acaso,não terei eu ,recebido desse mesmo conselho,varios relatorios,acusando-te de desobediência??



-Soltai-as,agora!!



-Pois sim!-disse o representante,saindo de traz dos guardas,e vindo em minha direção.



-Vou prende-lo,insolente!Vou leva-lo ao imperio,vou transforma-lo em escravo de escravos!!



-Tu teras que lamber a sola das botas dos mestres,todos os dias!!



-Eu vou tortura-lo,eu vou...



-Tu vais- interrompi o representante-tu vais para o inferno!!



Abri meus olhos,olhando diretamente para ele.



Ele levou as mãos ao pescoço!Seu corpo começou a tremer,sua lingua saiu de sua boca,seus olhos saltavam das órbitas!



Sua péle e sua carne começaram a apertar seu corpo,deixando-se ver o formato de seu esqueleto!



Tanto ele como os guardas e auxiliares imperiais,soltavam gritos pavorosos de dor e horror!!



Sangue começou a correr de seus corpos,formando enormes poças no chão.



Eles foram se abaixando,se encolhendo,os gritos diminuindo,ate que ,o silêncio tomou conta do salão!



Me controlei o maximo que pude,e dei ordem aos vassalos;



-Soltai-as,rapido!!



Eles correram,e soltaram Carolina e Alezandra!



Carolina gemia de dor,enquanto eles desenrolavam as cordas de seu corpo.



Ja Alezandra,não demonstrava nenhum sinal de vida.



-Meu Dom!!-gritou um vassalo-



Eu corri,me abaixei ao lado de Alezandra,ajudando os vassalos com as tiras de couro.



Seu rosto e seus lábios estavam roxos,seus olhos entreabertos,estavam sem brilho.



-Não!Não!Respira,respira!!



Comecei a fazer respiração boca a boca com Alezandra,pressionando seu peito.



-Respira,respira!!



-Meu Dom...-interveio o vassalo-



-Não!!Alezandra!!Respira,respira!!



Eu abracei seu corpo,comecei a chorar.



-Respira,respira!!



Eu a abracei ,e gritei,á plenos pulmões;



-Respiraaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!



Uma luz avermelhada nos envolveu!Eu senti uma fraqueza tomar conta de meu corpo,um calor intenso emanando.



A luz sumiu,silêncio e medo no salão...



De repente,Alezandra começou a tossir.



Ela abrio os olhos,olhou fixo nos meus,e me abraçou,com força.



Carolina se aproximou,cambaleante.



-Voce esta bem...voce esta bem...- eu disse ,chorando-



-Salvaste minha vida- murmurou ela-



Eu me levantei,amparando Alezandra,que ainda tossia um pouco.



Peguei na mão de Carolina.



Alezandra passou o braço por sobre o meu ombro.



Caminhei com as duas em direção ao conselho.Chegando de fronte aos tronos,coloqueime de joelhos,acompanhado por elas.



-Vejo-começou o mestre superior-que recuperaste teus poderes infernais.



Mantive-me em silêncio,de cabeça baixa.



-Vejo tambem,que mantens teu respeito por este conselho e seus representantes.



Silêncio.



-Sei muito bem o queres,Dom kabalta!Ide!Levai Carolina e Alezandra,para a sala de repouso!



-De agora por diante,eu declaro Carolina e Alezandra,como vossas companheiras de nicho!



-Meu senhor-comecei-permite-me fazer uma pergunta a este conselho?



-Fazei!



-O imperio vira a procura de seus representantes...



-O representante do imperio veio,julgou,puniu,e se foi!Nunca mais tivemos noticias deles!!



-Estarei mentindo eu?



-Não,grande mestre!-responderam todos em unísono-



-Pois bem,va,Dom Kabalta,va cuidar de tuas companheiras!



Postei-me com a testa no chão,em agradecimento,acompanhado por Carolina e Alezandra.



Ficamos de pé,Alezandra apoiou-se em mim e em Carolina,demos meia volta,e saimos do salão.



-Voces- disse o mestre superior aos vassalos-limpem essa bagunça!



Levei Carolina e Alezandra para a sala de repouso.La,eu as banharia com sais,e as massagearia.



Enquanto isso,a escrava acabava de soltar o ultimo nó que a amarrava...